quinta-feira, 13 de julho de 2017


Nos na ilha temos uma premissa que cabe neste momento.
" Pouca farinha para o meu pirão primeiro" infelizmente ligada à Lei Gerson " O negócio é levar vantagem em tudo."
Estes pensamentos foram apresentados durante a formação de nossos atuais políticos e os jovens de hoje que adotaram este recado permissivo, egoísta e deformador de caráter.
Assim de forma desonesta se vangloriam, de furar um sinal de transito em simples manobra ou em velocidade incompatível. Reduzem seus tempos de viagem adiantando-se pelo acostamento em detrimento daqueles que pacientemente estão seguindo as regras e regulamentos de transito.
De forma desonesta, entendendo como esperteza a apropriação indevida de objetos achados em algum lugar, olhando ao seu redor, justificam "achado não é roubado."
Aliás se existir serviço de achados e perdidos, é roubo sim.
Praticam pequenos roubos de coisas aparentemente sem valor,como uma laranja ou maçã. Compram discos piratas prejudicando um rede de pessoas que investiram dinheiro na produção e se apropriaram da criação alheia.
Cantores que compram letras de músicas de pequenos compositores e as lançam com se fossem de suas autoria, deixando depois que seja veiculada na rede social a confissão deste fato.
O povo em geral é analfabeto que mal conhece o alfabeto, nada leem e quando o fazem não entendem o que significa. Outros são obstinados e não acreditam nas evidencias apresentadas pela vida e pela imprensa, dizendo "isto tudo é mentira". De tal forma acreditaram no seu líder que para eles a verdade é a mentira e a mentira dele a verdade.
Cada um de nós é responsável, com obrigação de influenciar eleitores a nossa volta. Caso contrário deve se qualificar entre os omissos da nossa sociedade.
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Estou pensando na surreal existência em nosso Brasil.
Temos três poderes?
Independentes!
Porém, entrelaçados e coniventes, formando a teia que alberga os que nos dirigem
Isto é real, pois a teia montada abriu pequenos nichos entre seus fios e ali albergou toda sorte de caráter para governar esta terra que alberga uma população egoísta e que divide o que é bem publico apenas entre si. 
Nos na ilha temos uma premissa que cabe neste momento.
" Pouca farinha para o meu pirão primeiro" infelizmente ligada à Lei Gerson " O negócio é levar vantagem em tudo."
Estes pensamentos foram apresentados durante a formação de nossos atuais políticos e os jovens de hoje que adotaram este recado permissivo, egoísta e deformador de caráter.
Assim de forma desonesta se vangloriam, de furar um sinal de transito em simples manobra ou em velocidade incompatível. Reduzem seus tempos de viagem adiantando-se pelo acostamento em detrimento daqueles que pacientemente estão seguindo as regras e regulamentos de transito.
De forma desonesta, entendendo como esperteza a apropriação indevida de objetos achados em algum lugar, olhando ao seu redor, justificam "achado não é roubado."
Aliás se existir serviço de achados e perdidos, é roubo sim.
Praticam pequenos roubos de coisas aparentemente sem valor,como uma laranja ou maçã. Compram discos piratas prejudicando um rede de pessoas que investiram dinheiro na produção e se apropriaram da criação alheia.
Cantores que compram letras de músicas de pequenos compositores e as lançam com se fossem de suas autoria, deixando depois que seja veiculada na rede social a confissão deste fato.
O povo em geral é analfabeto que mal conhece o alfabeto, nada leem e quando o fazem não entendem o que significa. Outros são obstinados e não acreditam nas evidencias apresentadas pela vida e pela imprensa, dizendo "isto tudo é mentira". De tal forma acreditaram no seu líder que para eles a verdade é a mentira e a mentira dele a verdade.
Cada um de nós é responsável, com obrigação de influenciar eleitores a nossa volta. Caso contrário deve se qualificar entre os omissos da nossa sociedade.

Coisas do Dia a dia

Coisas do dia a dia
Nós temos que agradecer as oportunidades que se apresentam para crescermos com o nosso trabalho.
Qualquer um tem que lutar por estas oportunidades onde podemos criar e desenvolver nossas capacidades mediante trabalho e dedicação.
Você não pode passar uma vida pretendendo e ou perseguindo seus direitos sociais junto ao erário e dele se valer.
O recurso financeiro público é de todo cidadão e não existe para atender desejos nem projetos individuais.
Todo indivíduo que se considera esperto por enganar o governo na verdade onera seus vizinhos amigos que respeitam o espaço dos outros e as normas vigentes que tenham cunho social.
Quando há fila, o simples passar na frente à custa de manobra ilegal ou inoportuna é antissocial, antiética, sempre regida pela permissividade. Sentimento como este quando se instala, seu portador está pronto para executar atos indevidos, de qualquer natureza e magnitude, com facilidade sem remorso.
Todo tempo vivemos exemplos de bem sucedidos usando a premissa de que “o importante é levar vantagem em tudo”, segundo a infeliz propaganda do cigarro.
Agora grande parte da juventude que cresceu sob este credo atingiu o governo e seus representantes, reduziu assim nossa liberdade de escolha pelo voto.
Aqueles que hoje parecem ser os que vão instalar o moral e a ética em seus espaços de influência, acabam por ceder às benesses do mal.
Esta é uma epidemia que contamina mais que um resfriado, mas, não cura sozinha.
Aos responsáveis nunca faltam argumentos abonadores em nossa legislação atual, cheia de meandros, sordidamente criados na calada do impossível sem o devido acompanhamento e fiscalização por parte do eleitor que delegou o poder do cargo que ocupam.
Esta população é tão crédula que segue apoiando e votando nos seus irreverentes representantes, cultivando a esperança que lhe toque algum favor.
Este cidadão já de caráter duvidoso pelo contesto global, inocentemente espera que o candidato o atenda mesmo que deste ato em nada o beneficie como dividendo político.
As promessas genéricas e não individualizadas, se perdem no vento. Tem sorte aquele que promete, ganha as eleições e os recursos financeiros pleiteados pelo seu antecessor chegam justamente no seu período de administração possibilitando as obras e com elas a glória.
Pequenas situações do dia a dia, tristemente mostram bem o que estou discutindo.
No aeroporto eu estava na fila preferencial em razão da idade (que a tenho não porque eu queira), chegaram dois políticos pedindo licença para passarem á minha frente.
Não neguei, mas, comentei “eu estava na fila!” ambos portavam distintivos do legislativo. Depois disto com o devido tom de arrogância e gesto exagerado, me disseram, -“o Sr passe!” e comentaram, “não faz diferença nenhuma!”
Engano deles, na verdade esta falta e a falsa concepção de que o cargo confere suas prerrogativas ao cidadão que o ocupa, entre eles o direito de transgredir as regras. É sim uma falta ética e social do convívio entre homens.
Esta permissividade me faz entender que abre um lapso moral em que uma propina acobertada pelo partido é válida desde que eu me eleja.
Se as eleições estão caras quem inflacionou esta instituição, não é inteligível que para chegar a vereador possa custar o quanto é citado.
Meu amigo em campanha para prefeito foi questionado pelo eleitor, “- sim eu dou o meu voto”, mas, “- quanto eu levo nesta?” Alguém de má fé, no passado, criou estes sentimento e comportamento deplorável.
Há necessidade de que as pessoas entendam que os ensinamentos de nossos avós era que o comportamento ético permite uma sociedade democrática e respeitosa. Hoje são conceitos vilipendiados os praticados pelos seus cidadãos e representantes.
Isto dificulta quando seu amigo ingressa na trama da corrupção pequena ou grande e encaminha cartão em nome da antiga amizade, pedindo o obsequio de fornecer documento falso a um protegido seu. Se o atendes ele leva a vantagem enquanto tu respondes aos rigores da lei.
Quando é amigo, não solicita este “obséquio”, se negas perdes o “amigo”, cuja queda de caráter cega e não vê porque não podes atendê-lo.
Coisas do dia a dia
Nós temos que agradecer as oportunidades que se apresentam para crescermos com o nosso trabalho.
Qualquer um tem que lutar por estas oportunidades onde podemos criar e desenvolver nossas capacidades mediante trabalho e dedicação.
Você não pode passar uma vida pretendendo e ou perseguindo seus direitos sociais junto ao erário e dele se valer.
O recurso financeiro público é de todo cidadão e não existe para atender desejos nem projetos individuais.
Todo indivíduo que se considera esperto por enganar o governo na verdade onera seus vizinhos amigos que respeitam o espaço dos outros e as normas vigentes que tenham cunho social.
Quando há fila, o simples passar na frente à custa de manobra ilegal ou inoportuna é antissocial, antiética, sempre regida pela permissividade. Sentimento como este quando se instala, seu portador está pronto para executar atos indevidos, de qualquer natureza e magnitude, com facilidade sem remorso.
Todo tempo vivemos exemplos de bem sucedidos usando a premissa de que “o importante é levar vantagem em tudo”, segundo a infeliz propaganda do cigarro.
Agora grande parte da juventude que cresceu sob este credo atingiu o governo e seus representantes, reduziu assim nossa liberdade de escolha pelo voto.
Aqueles que hoje parecem ser os que vão instalar o moral e a ética em seus espaços de influência, acabam por ceder às benesses do mal.
Esta é uma epidemia que contamina mais que um resfriado, mas, não cura sozinha.
Aos responsáveis nunca faltam argumentos abonadores em nossa legislação atual, cheia de meandros, sordidamente criados na calada do impossível sem o devido acompanhamento e fiscalização por parte do eleitor que delegou o poder do cargo que ocupam.
Esta população é tão crédula que segue apoiando e votando nos seus irreverentes representantes, cultivando a esperança que lhe toque algum favor.
Este cidadão já de caráter duvidoso pelo contesto global, inocentemente espera que o candidato o atenda mesmo que deste ato em nada o beneficie como dividendo político.
As promessas genéricas e não individualizadas, se perdem no vento. Tem sorte aquele que promete, ganha as eleições e os recursos financeiros pleiteados pelo seu antecessor chegam justamente no seu período de administração possibilitando as obras e com elas a glória.
Pequenas situações do dia a dia, tristemente mostram bem o que estou discutindo.
No aeroporto eu estava na fila preferencial em razão da idade (que a tenho não porque eu queira), chegaram dois políticos pedindo licença para passarem á minha frente.
Não neguei, mas, comentei “eu estava na fila!” ambos portavam distintivos do legislativo. Depois disto com o devido tom de arrogância e gesto exagerado, me disseram, -“o Sr passe!” e comentaram, “não faz diferença nenhuma!”
Engano deles, na verdade esta falta e a falsa concepção de que o cargo confere suas prerrogativas ao cidadão que o ocupa, entre eles o direito de transgredir as regras. É sim uma falta ética e social do convívio entre homens.
Esta permissividade me faz entender que abre um lapso moral em que uma propina acobertada pelo partido é válida desde que eu me eleja.
Se as eleições estão caras quem inflacionou esta instituição, não é inteligível que para chegar a vereador possa custar o quanto é citado.
Meu amigo em campanha para prefeito foi questionado pelo eleitor, “- sim eu dou o meu voto”, mas, “- quanto eu levo nesta?” Alguém de má fé, no passado, criou estes sentimento e comportamento deplorável.
Há necessidade de que as pessoas entendam que os ensinamentos de nossos avós era que o comportamento ético permite uma sociedade democrática e respeitosa. Hoje são conceitos vilipendiados os praticados pelos seus cidadãos e representantes.
Isto dificulta quando seu amigo ingressa na trama da corrupção pequena ou grande e encaminha cartão em nome da antiga amizade, pedindo o obsequio de fornecer documento falso a um protegido seu. Se o atendes ele leva a vantagem enquanto tu respondes aos rigores da lei.
Quando é amigo, não solicita este “obséquio”, se negas perdes o “amigo”, cuja queda de caráter cega e não vê porque não podes atendê-lo.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Delação premiada puxou tudo



Delação premiada puxou tudo


Instituição existente desde Judas Escariotes e entre nós Domingos Fernandes Calabar com os holandeses e Joaquim Silvério dos Reis que estava falido e vislumbrou o perdão de suas dividas ao trair a inconfidência. Dependendo do lado que escreve a história são heróis ou traidores.

Agora temos uma banca de negócios onde ocupantes de cargos, eleitos pelo povo envolvido por mentiras e todos apoiados em recursos econômicos duvidosos e ilegais.
Se eu delatar e devolver parte dos meus obtidos por caminhos escusos, então baixa minha culpa e como consequência diminui minha pena. Crime menor para reduzir a gravidade de outro crime maior.
Nossas cortes reduzem a pena enaltecendo a desonra da delação. Devolver parte do fruto do roubo, é prestar  pseudo satisfação à sociedade e ao final tudo termina bem em benefício de uma só direção.
Enquanto isto a sociedade assiste e coopera com um programa de “voyeur” como o Big Brother que atrai pela visão do sexo e abre portas apresentando como valido  traição, mentira, embuste e outras imoralidades sociais.
Para protestar e realizar boicote basta trocar e sintonizar outro canal de TV mais cultural e honesto, ao mudar de canal no momento em que entra no ar este programa permissivo que tenta tornar em normal e inteligente comportamento duvidoso sem ética de nenhuma natureza,  o ibope registra este ato de insatisfação e a emissora teme este sinal. Esta programação tem apenas a finalidade de coletar dinheiro através à participação dos espectadores via telefone e da venda desta audiência. Sabemos que até a ética entre criminosos é mais rígida e honesta em obediência aos seus distorcidos princípios. 
Seguem outras maneiras de protestar sem discutir e de forma silenciosa
Não comprar produtos de origem escusa como empresas de membros do governo cujo capital é oriundo de nossos impostos.
Deve votar em candidato fora do círculo atual que com raras exceções já estão contaminados com o politicamente correto, onde o fim justifica o meio e com a embriaguez do poder onde tudo me é permitido pelo cargo que ocupa e se crê acima das regras.
Combater a impunidade, primeiro respeitando a ordem e em seguida exigindo que seja respeitada.
Lutar pela obediência à carta magna sem o que viveremos em plena desordem.  A aquiecência com a impunidade conduz ao que  assistimos como pedido de clemência em favor de traficante corruptor dos bons costumes que conhecem a lei do país onde foram cometer deliberadamente o crime para obter vantagens pessoais em detrimento dos costumes e saúde de outros.
Além de depreciar  a qualidade e o crédito de nosso sistema diplomático. Tornando nosso órgão representativo em entidade caloteira quando não paga seus tributos,  não saúda seus compromissos no exterior nem os salários de seus  funcionários que vivem entre estrangeiros que não entendem este comportamento.
Isto faz parte da instalação do caos para gerar descrédito internacional que permita depois surgir como salvador e implantar outro regime de governo.
Quero ver qual será a bandeira a ser levantada para justificar os meios que pretendem utilizar.
Aliás, a Rússia deixou Cuba órfã que agora deixa os bolivarianos de calças nas mãos pela aproximação com os Estados Unidos uma vez que o sistema da ilha acabou por não dar certo em nenhum lugar a não ser sob o chicote.
O radicalismo do momento é islâmico, mas, este tem reis, califas, xeiques e outros totalitários. Com pensamento religioso desligado das filosofias  econômicas de comunilização da propriedade que funciona bem enquanto tiver quem pague, depois vem a desgraça uma vez que todos tem direitos ao cofre públicos num país onde não há produção nem contribuinte. Nestes países todos pertencem à alguma bolsa de auxílio.