Prótese de silicone 2
Continuando com o tema que esta levantando tanta discussão, sob certos aspectos, tratada com leviandade.
Todo governo tem sob sua responsabilidade a análise e acreditação dos alimentos, produtos de uso médico, medicamentos, técnicas de exames, propostas de tratamentos, próteses de todo tipo. No Brasil cabe a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Confiantes os profissionais da saúde se utilizam de todo recurso com a chancela deste órgão.
Também as próteses de mama entram no mercado, somente após sua devida aprovação, incluindo as francesas que hoje tão questionadas.
Na pratica médica a inclusão de silicone para atender as necessidades da mulher e suas mamas esta atrelada a três principais indicações: - reconstrução da mama removida por câncer ou outra patologia; - casos de atrofia severa para fazê-la existir e ainda o desejo de aumentar e elevar.
A finalidade única e primordial da prótese é aumentar o volume mamário.
Nos casos de troca temos alguns critérios que norteiam levando em conta que a prótese incluída não deve dar nenhuma repercussão. Diante de sintomas como ruptura, dor, alteração da forma, enrijecimento é importante a avaliação médica. Outra razão é vontade de trocar por insuficiência de tamanho. No caso de queda da glândula por diante da prótese o recurso é a troca por tamanho maior e ou retirada da pele excedente.
Entretanto não há quadro de urgência mesmo diante da rotura que obriga a troca, mas, sem angustia ou atropelo.
O exame clínico e a ressonância magnética são soberanos com auxilio do ultrasom para o diagnostico de rotura de prótese.
Todas podem romper espontaneamente, por trauma quando submetida a esforço excessivo ou por pancada em acidentes.
As próteses tem resistências muito parecidas tanto que as marcas ora em discussão PIP e ROFIL aparecem nas estatísticas com apenas 1% a mais de possibilidade de rompimento em relação às outras.
Toda fábrica mantém seu laboratório para testar contração, compressão e tração definindo a força necessária para haver a rotura da prótese. Devido a estes cuidados podemos entender que em condições normais as próteses não rompem sem causa externa.
O fato de ser inerte é a grande vantagem do silicone sobre outros materiais já pesquisados, permite ser bem aceito com pouca ou nenhuma reação sem exigir qualquer intervenção cirúrgica ou medicamentosa.
A infecção, apesar de indesejada, pode ocorrer por burla de todo cuidado e prevenção dispensados. Diante desta desventura é obrigatório retirar a prótese atingida, curar o processo e depois de algum tempo recolocar outra, diante deste motivo as fabricas costumam honrar esta troca.
Existem empresas que recomendam um prazo para efetuar a substituição independentemente das condições locais ou gerais.
Pessoalmente, apoiado no espírito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, recomendamos a troca da prótese apenas quando existem sintomas com comprovação laboratorial do diagnostico ou quando a paciente solicita com finalidade de eliminar, diminuir ou aumentar o volume.
O tamanho ideal é aquele que torna real o volume na região das mamas e mantém equilíbrio entre ela e o tórax que as sustenta. Na minha analise para recomendar um tamanho sugiro ao paciente que busque a merecida harmonia dentro dos conhecimentos propostos por Fibonacci que é muito antiga e orientou artistas como Michelangelo e Da Vinci na produção de suas obras mais admiradas.
Hoje melhorou entre as candidatas o entendimento sobre o tamanho e quase desapareceu a competição de volume que liderou por algum tempo os conceitos de beleza e sensualidade.
Outros estudos clínicos ou de ensaios laboratoriais não evidenciaram relação de causa e efeito entre a presença de silicone incluído e o aparecimento de câncer no local nem a distancia.
Alguns tópicos devem ser observados.
Não há discussão sobre as próteses de silicone não mamárias.
Todos, ainda que em mínimas quantidades, ingerimos silicone que circula no sangue e deposita nos tecidos oriundos das embalagens de alimentos que recebem este material em seu tratamento.
No mundo leigo, realizado por curiosos não médicos nem da área, são injetados grandes volumes de silicone industrial para ganho de formas diferentes das do seu sexo original e nos hospitais eles não aparecem com problemas que possam ser relacionados ao material utilizado.
Todas as portadoras de próteses mamárias que estejam vivendo momentos de dúvida e angustia devem procurar seus médicos e com eles analisar as suas condições.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Protese de silicone
Prótese de silicone
As próteses de silicone para uso em mamas foi criada nos Estados Unidos pelo Dr Ernest Daniel Cronin durante a década de 1960, antes haviam experimentado de tudo para aumentar as mamas até mesmo gordura que era enxertada em bloco, razão pela qual era absorvida e não funcionou.
Contribuiu também para a falta de sucesso nestas pesquisas anteriores o desconhecimento do antibiótico com as conseqüentes infecções.
No final dos anos 60 entrando na década de 70 houve muita mudança na qualidade das próteses mamárias com alterações da estrutura do silicone tanto dos invólucros como daquele que compunha o conteúdo.
A empresa americana Dow Cornning criou o método de sintetizar o silicone, material utilizável em qualquer estado desde líquido até rígido passando pelo mole, gel e flexível, a companhia logrou manter sua descoberta em segredo durante bastante tempo.
Neste momento havia somente ela como produtora de silicone geral e de uso médico, de forma que atendia todo o mundo. Todos faziam as próteses com material da mesma origem. O que diferenciava os montadores eram alguns conceitos sobre dureza e formato das próteses.
Em 1970 chegou ao Brasil do Japão outro tipo de silicone com moléculas mais longas, acompanhado do argumento de serem estáveis e não migrarem, entrou em cena com pouca aceitação pelo custo, mas, induziu a outros produtores a reproduzir as características.
Na fabricação da prótese usam-se moldes torneados em fibra de nylon com diferentes formatos, volume e tamanho estabelecidos, fixados a um pino que mergulhados em silicone são estabilizados em processo de vulcanização. Depois em ambiente rigorosamente estéril são desenluvados os invólucros dos moldes e preenchidos manualmente com silicone. Este silicone que preenche é apresentado em estado gel muito maleável altamente pegajoso com uma característica especial que é chamada de alta coesão. Esta propriedade faz com que as moléculas do conteúdo tenham uma força de fixação entre si que não permite que extravase ou mesmo se espalhe pelo corpo. Antes de 1965 quando rompia o invólucro o gel que preenchia podia e migrava para qualquer área do corpo, hoje esta possibilidade já não existe mais.
Com o atual gel de alta coesão não se tem encontrado migração do silicone em testes dirigidos com uso de mini próteses em ratos.
Externamente a experiência que é feita consiste em provocar com objeto cortante a rotura da parede da prótese que ao ser comprimida permite a saída do gel formando um cogumelo que automaticamente retrai e desfaz a saliência, retornando ao seu leito de origem no momento em que a compressão é desfeita.
O organismo humano reage contra a prótese porque é corpo estranho, como proteção isola do restante do corpo envolvendo com uma cápsula cicatricial e o aceita sem mais reações considerando excluído o material.
No princípio a retração era muito intensa, além de tornar rígida denunciava na pele a sua presença. Neste momento as próteses possuíam as paredes lisas e esta era a razão da contração das cápsulas cicatriciais.
Com o tempo as pesquisas mostraram que invólucros feitos com várias camadas finas diminuíam a intensidade da reação cicatricial. Depois iniciou o conceito das superfícies rugosas chamadas de texturizadas seguindo com as próteses recobertas por poliuretano de uso médico. Com estas últimas as estatísticas mostraram grande redução da hipertrofia da cápsula cicatricial e maior naturalidade nos resultados.
Quanto ao aspecto de ser indutora da formação de câncer ou impedir exames das mamas por imagens modificou.
Os aparelhos de exame como o ultra-som ou a mamagrafia permitem boa avaliação e diagnostico sem que a presença da prótese dificulte ou confunda entre eles a ressonância magnética é muito precisa e confiável.
Após período de muita discussão e suspeitas, estudo realizado nos EEUU analisou durante longo período, 1000 pacientes portadoras de prótese mamária e 1000 pacientes sem qualquer inclusão na mama e a conclusão encontrada revelou condição muito favorável ao implante, pois mostrou 27% a menos de câncer de mama entre aquelas que portavam silicone.
Os sinais de alerta em geral são aumento da consistência da prótese, percepção de nódulos ou dores acompanhadas de manchas vermelhas ou avermelhadas em qualquer tempo de pós-operatório.
O exame clínico é soberano nas decisões em relação aos exames a serem solicitados e tratamento a ser adotado.
Retornaremos com o mesmo assunto.
Rodrigo d´Eça Neves < rodrigodeca@gmail.com>
As próteses de silicone para uso em mamas foi criada nos Estados Unidos pelo Dr Ernest Daniel Cronin durante a década de 1960, antes haviam experimentado de tudo para aumentar as mamas até mesmo gordura que era enxertada em bloco, razão pela qual era absorvida e não funcionou.
Contribuiu também para a falta de sucesso nestas pesquisas anteriores o desconhecimento do antibiótico com as conseqüentes infecções.
No final dos anos 60 entrando na década de 70 houve muita mudança na qualidade das próteses mamárias com alterações da estrutura do silicone tanto dos invólucros como daquele que compunha o conteúdo.
A empresa americana Dow Cornning criou o método de sintetizar o silicone, material utilizável em qualquer estado desde líquido até rígido passando pelo mole, gel e flexível, a companhia logrou manter sua descoberta em segredo durante bastante tempo.
Neste momento havia somente ela como produtora de silicone geral e de uso médico, de forma que atendia todo o mundo. Todos faziam as próteses com material da mesma origem. O que diferenciava os montadores eram alguns conceitos sobre dureza e formato das próteses.
Em 1970 chegou ao Brasil do Japão outro tipo de silicone com moléculas mais longas, acompanhado do argumento de serem estáveis e não migrarem, entrou em cena com pouca aceitação pelo custo, mas, induziu a outros produtores a reproduzir as características.
Na fabricação da prótese usam-se moldes torneados em fibra de nylon com diferentes formatos, volume e tamanho estabelecidos, fixados a um pino que mergulhados em silicone são estabilizados em processo de vulcanização. Depois em ambiente rigorosamente estéril são desenluvados os invólucros dos moldes e preenchidos manualmente com silicone. Este silicone que preenche é apresentado em estado gel muito maleável altamente pegajoso com uma característica especial que é chamada de alta coesão. Esta propriedade faz com que as moléculas do conteúdo tenham uma força de fixação entre si que não permite que extravase ou mesmo se espalhe pelo corpo. Antes de 1965 quando rompia o invólucro o gel que preenchia podia e migrava para qualquer área do corpo, hoje esta possibilidade já não existe mais.
Com o atual gel de alta coesão não se tem encontrado migração do silicone em testes dirigidos com uso de mini próteses em ratos.
Externamente a experiência que é feita consiste em provocar com objeto cortante a rotura da parede da prótese que ao ser comprimida permite a saída do gel formando um cogumelo que automaticamente retrai e desfaz a saliência, retornando ao seu leito de origem no momento em que a compressão é desfeita.
O organismo humano reage contra a prótese porque é corpo estranho, como proteção isola do restante do corpo envolvendo com uma cápsula cicatricial e o aceita sem mais reações considerando excluído o material.
No princípio a retração era muito intensa, além de tornar rígida denunciava na pele a sua presença. Neste momento as próteses possuíam as paredes lisas e esta era a razão da contração das cápsulas cicatriciais.
Com o tempo as pesquisas mostraram que invólucros feitos com várias camadas finas diminuíam a intensidade da reação cicatricial. Depois iniciou o conceito das superfícies rugosas chamadas de texturizadas seguindo com as próteses recobertas por poliuretano de uso médico. Com estas últimas as estatísticas mostraram grande redução da hipertrofia da cápsula cicatricial e maior naturalidade nos resultados.
Quanto ao aspecto de ser indutora da formação de câncer ou impedir exames das mamas por imagens modificou.
Os aparelhos de exame como o ultra-som ou a mamagrafia permitem boa avaliação e diagnostico sem que a presença da prótese dificulte ou confunda entre eles a ressonância magnética é muito precisa e confiável.
Após período de muita discussão e suspeitas, estudo realizado nos EEUU analisou durante longo período, 1000 pacientes portadoras de prótese mamária e 1000 pacientes sem qualquer inclusão na mama e a conclusão encontrada revelou condição muito favorável ao implante, pois mostrou 27% a menos de câncer de mama entre aquelas que portavam silicone.
Os sinais de alerta em geral são aumento da consistência da prótese, percepção de nódulos ou dores acompanhadas de manchas vermelhas ou avermelhadas em qualquer tempo de pós-operatório.
O exame clínico é soberano nas decisões em relação aos exames a serem solicitados e tratamento a ser adotado.
Retornaremos com o mesmo assunto.
Rodrigo d´Eça Neves < rodrigodeca@gmail.com>
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Facas
Facas
A história atribui ao "homo sapiens" a criação e uso da faca, fato que o diferenciou dos outros animais, apesar de que alguns empregam elementos simples da natureza como utensílio ou arma como os chimpanzés munidos de gravetos e ou pedaços de galhos mais grossos. Sabemos que o uso da faca iniciou na era paleolítica do grego "paleo" velho e "lithos" pedra. No princípio eram pedras quebradas que mantinham os bordos afiados em suas lascas como um caco de vidro. Nas fases seguintes durante a mesolitica iniciaram a manufaturar a pedra moldando vários instrumentos para chegar à fase neolítica, já polida, com formatos diferentes para faca, ponta de flecha, descolador de couro, etc, desde há 2.500.000 anos da nossa história. Thomsen em 1836 propôs a ordenação dos tempos como pré- história, idade da pedra, bronze, ferro, etc, na mesma ordem em que as matérias primas foram sendo descobertas pelo homem. Após conhecimento e domínio do manuseio dos metais, dureza e maleabilidade comandaram as pesquisas que diferenciaram os povos tornando alguns famosos nesta arte.
A composição e a tempera davam ao aço a qualidade ideal para as armaduras, espadas, adagas, floretes, sabres, facas, etc.
Toledo na Espanha até hoje é qualificada como excelente produtora em razão do Rio Tejo que por ali passa com o nome de Tajo cujas águas seriam as responsáveis pela boa tempera. Estes conhecimentos, matéria prima, origem do material, composição, forja, diferenciavam os aços tornando-os segredo de estado, guardados em total segurança constituindo motivo de espionagem e guerras. Além da pedra antecederam o aço elementos como osso, chifre, madeira, etc.
Dominado o manuseio do ferro iniciou a luta contra a corrosão pela oxidação que evoluiu até a descoberta das ligas com cromo, níquel, molibdênio, iniciando os tempos do aço inoxidável. Às vezes ele é considerado mole permitindo a obtenção de excelente gume que perde com rapidez a capacidade de cortar e às vezes muito duro com bom e durável fio, mas, muito quebradiço. Na qualificação dos aços temos denominações e siglas como, aço Damasco, inoxidável, ATS 34, 440 C, aço Carbônico e outras variações obedecendo definições técnicas determinantes destas classificação.
Podemos dividir as facas em dois grandes grupos, aquelas com lâmina fixa e as com lâmina móvel. Daí decorre as subclassificações como múltiplas laminas para os canivetes e aquelas automáticas de lamina escamoteável no cabo, acionadas por botões. A faca de lâmina fixa tem muitas funções com modelos que melhor se prestam para engrandecer seu desempenho. No campo e mata, temos os facões que se levados presos a cintura não devem ter mais que 50 cm de lamina para não machucar o calcanhar do portador durante a marcha sendo interessante que tenham mais peso na ponta que no cabo. As outras facas para este ambiente possuem variadas formas segundo a caça pretendida grande, pequena, couro ou pena...
As de defesa são projetadas para as guerras com funções especificas e feitio como adagas e baionetas e antigamente as espadas e sabre invencível quando em montaria.
Para uso profissional tem desenho de lamina que favorece seu uso curta e pontiaguda para a desossa. Longa e larga para favorecer melhor talho da carne.
Se de uso domestico também são vários os modelos de cabos e laminas, cada qual com sua função;
Entre alas, destaco aquela usada na cozinha que deve ter a lamina longa, larga com ponta arredondada para deslizar apoiada na tabua e ajudar no movimento de vai e vem ao cortar temperos.
A borda da lâmina na fixação ao cabo deve estar livre ultrapassando o dedo e atingindo a superfície onde está apoiado o vegetal. Lamina larga para não ferir os dedos da mão oposta onde ela é apoiada para limitar a espessura das fatias..
O mais importante numa faca é que ela corte, quando bem afiada ela obedece melhor aos comandos evitando os esforços e escorregões, responsáveis pelos acidentes com objetos cortantes.
Respeitem a boa faca, não raspem nada usando o lado do fio, não cortem sobre metal, porcelana, pedra ou terra e ao lavarem não utilizem água quente que desmancha o seu gume.
Faca cega corta os dedos ou as mãos.
A história atribui ao "homo sapiens" a criação e uso da faca, fato que o diferenciou dos outros animais, apesar de que alguns empregam elementos simples da natureza como utensílio ou arma como os chimpanzés munidos de gravetos e ou pedaços de galhos mais grossos. Sabemos que o uso da faca iniciou na era paleolítica do grego "paleo" velho e "lithos" pedra. No princípio eram pedras quebradas que mantinham os bordos afiados em suas lascas como um caco de vidro. Nas fases seguintes durante a mesolitica iniciaram a manufaturar a pedra moldando vários instrumentos para chegar à fase neolítica, já polida, com formatos diferentes para faca, ponta de flecha, descolador de couro, etc, desde há 2.500.000 anos da nossa história. Thomsen em 1836 propôs a ordenação dos tempos como pré- história, idade da pedra, bronze, ferro, etc, na mesma ordem em que as matérias primas foram sendo descobertas pelo homem. Após conhecimento e domínio do manuseio dos metais, dureza e maleabilidade comandaram as pesquisas que diferenciaram os povos tornando alguns famosos nesta arte.
A composição e a tempera davam ao aço a qualidade ideal para as armaduras, espadas, adagas, floretes, sabres, facas, etc.
Toledo na Espanha até hoje é qualificada como excelente produtora em razão do Rio Tejo que por ali passa com o nome de Tajo cujas águas seriam as responsáveis pela boa tempera. Estes conhecimentos, matéria prima, origem do material, composição, forja, diferenciavam os aços tornando-os segredo de estado, guardados em total segurança constituindo motivo de espionagem e guerras. Além da pedra antecederam o aço elementos como osso, chifre, madeira, etc.
Dominado o manuseio do ferro iniciou a luta contra a corrosão pela oxidação que evoluiu até a descoberta das ligas com cromo, níquel, molibdênio, iniciando os tempos do aço inoxidável. Às vezes ele é considerado mole permitindo a obtenção de excelente gume que perde com rapidez a capacidade de cortar e às vezes muito duro com bom e durável fio, mas, muito quebradiço. Na qualificação dos aços temos denominações e siglas como, aço Damasco, inoxidável, ATS 34, 440 C, aço Carbônico e outras variações obedecendo definições técnicas determinantes destas classificação.
Podemos dividir as facas em dois grandes grupos, aquelas com lâmina fixa e as com lâmina móvel. Daí decorre as subclassificações como múltiplas laminas para os canivetes e aquelas automáticas de lamina escamoteável no cabo, acionadas por botões. A faca de lâmina fixa tem muitas funções com modelos que melhor se prestam para engrandecer seu desempenho. No campo e mata, temos os facões que se levados presos a cintura não devem ter mais que 50 cm de lamina para não machucar o calcanhar do portador durante a marcha sendo interessante que tenham mais peso na ponta que no cabo. As outras facas para este ambiente possuem variadas formas segundo a caça pretendida grande, pequena, couro ou pena...
As de defesa são projetadas para as guerras com funções especificas e feitio como adagas e baionetas e antigamente as espadas e sabre invencível quando em montaria.
Para uso profissional tem desenho de lamina que favorece seu uso curta e pontiaguda para a desossa. Longa e larga para favorecer melhor talho da carne.
Se de uso domestico também são vários os modelos de cabos e laminas, cada qual com sua função;
Entre alas, destaco aquela usada na cozinha que deve ter a lamina longa, larga com ponta arredondada para deslizar apoiada na tabua e ajudar no movimento de vai e vem ao cortar temperos.
A borda da lâmina na fixação ao cabo deve estar livre ultrapassando o dedo e atingindo a superfície onde está apoiado o vegetal. Lamina larga para não ferir os dedos da mão oposta onde ela é apoiada para limitar a espessura das fatias..
O mais importante numa faca é que ela corte, quando bem afiada ela obedece melhor aos comandos evitando os esforços e escorregões, responsáveis pelos acidentes com objetos cortantes.
Respeitem a boa faca, não raspem nada usando o lado do fio, não cortem sobre metal, porcelana, pedra ou terra e ao lavarem não utilizem água quente que desmancha o seu gume.
Faca cega corta os dedos ou as mãos.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Vinte anos de dedicação
Vinte anos de dedicação.
Feliz aquele empresário que após vinte anos de atividade em qualquer setor pode convidar os amigos para juntos comemorarem o andamento de sua obra.
Passado o período de formação universitária inicia a luta que o projeta como administrador e financista de destaque não só entre seus conterrâneos, mas, também em terras distantes.
Quando já desincompatibilizado de outros compromissos, inicia a sua corrida para construir aquilo que propôs enquanto em atividades públicas. Acreditando no seu projeto elegeu uma área onde a proximidade com centro maior, deslocava o destino do investimento do poder financeiro local, na busca de hipotética segurança maior. Diferente dos filhos da região para lá dirigiu o seu poder administrativo e se envolveu com a criação de indústria que rápido alcançou a meta projetada incluindo os imensos benefícios para o município. Como tem o hábito de educar o recurso humano nativo para exercer as atividades que não exijam especialização em alto grau manteve escola e criou o clube da empresa.
Antes de concluir a indústria ou completar a sua capacidade de produção iniciou o outro sonho que compunha seu novo e grande projeto.
Olhou para o mar em um ponto da ilha na praia do Santinho, até então vista como perigosa e de águas frias com uma corrida perene de águas doce junto à encosta do morro que chegava á praia com crostas de cor de ferrugem. Recebia este nome em razão da imagem de um boneco desenhado em baixo relevo na pedra da encosta, hoje protegida entre as peças do museu do homem do sambaqui sediado no Colégio Catarinense. Entre outras inscrições feitas pelos índios que ali viviam e ainda não decifradas, tem também aquela cuja trama de linha da idéia de ampulheta que foi escolhida como logotipo do empreendimento.
A área era rejeitada porque quando analisada pensando em pequenos lotes não oferecia beleza individual com pouca perspectiva de solução simples.
Vendo muito adiante adquiriu toda a região e organizou um grande projeto ou uma cidade integrada. Onde reunia num só condomínio apartamentos de uso exclusivo ou integrados à administração hoteleira que compõe o complexo Costão do Santinho.
Preocupado com tudo que o cerca e com a população não proprietária que viesse a utilizar a praia, cuidou para manter junto ao mar a integridade criada pela natureza.
Para respeitar o sagrado direito de ir e vir construiu uma passarela que contorna a ponta e conduz até o canto das Aranhas na praia do Moçambique, criando alguns espaços como belvedere que permite ao bom lançador de linhas a prática da pesca de costão.
Inclui em seu espaço o morro vizinho que permanece intocado, mas, tendo o cuidado de chamar os biólogos para cadastrarem toda vegetação que o cobre e a fauna que ali constrói seus ninhos, tocas e abrigos vivendo em harmonia com a ocupação vizinha e dela se locupletando.
Sua sensibilidade humana se revela quando abriga portentos como Arthur Moreira Lima, Daniel além de outras feras das artes e da oratória.
Cuida da saúde de seus usuários com o espaço de exercício repleto de modernos aparelhos e com a salutar e variada alimentação.
Iniciando pelo bar junto à praia que me faz recordar da sua alegria por estar produzindo uma batata frita tão saborosa quanto aquelas de cadeias famosas no mundo e pela delicadeza da caipirinha.
Atento dotou sua cozinha de requinte com chefs de alto padrão criando pratos personalizados, próprios de seu restaurante.
Numa divagação, o nome restaurante vem desde o longínquo passado que queria dizer o lugar de restaurar as forças e hoje é o local de reunir para obsequiar, desenvolver relacionamento, gerar novos amigos, declarar amor, enfim ser gente.
Ainda declarando ter muito por fazer no “resort”, ergueu um belo local para eventos com espaço para muitos participantes e agora faz existir o único campo de golf da ilha.
Vinte anos são passados desde o dia em que lá estivemos para ver a lançamento da pedra fundamental de todo este desafio. Passou o tempo, de dificuldade em dificuldade foi vencendo inclusive as manifestações de inveja.
Parabéns, Fernando Marcondes de Mattos estamos orgulhosos por estar entre aqueles que você considera amigos da mesma forma como agradece à Iolanda, família e funcionários.
Vá em frente!
Feliz aquele empresário que após vinte anos de atividade em qualquer setor pode convidar os amigos para juntos comemorarem o andamento de sua obra.
Passado o período de formação universitária inicia a luta que o projeta como administrador e financista de destaque não só entre seus conterrâneos, mas, também em terras distantes.
Quando já desincompatibilizado de outros compromissos, inicia a sua corrida para construir aquilo que propôs enquanto em atividades públicas. Acreditando no seu projeto elegeu uma área onde a proximidade com centro maior, deslocava o destino do investimento do poder financeiro local, na busca de hipotética segurança maior. Diferente dos filhos da região para lá dirigiu o seu poder administrativo e se envolveu com a criação de indústria que rápido alcançou a meta projetada incluindo os imensos benefícios para o município. Como tem o hábito de educar o recurso humano nativo para exercer as atividades que não exijam especialização em alto grau manteve escola e criou o clube da empresa.
Antes de concluir a indústria ou completar a sua capacidade de produção iniciou o outro sonho que compunha seu novo e grande projeto.
Olhou para o mar em um ponto da ilha na praia do Santinho, até então vista como perigosa e de águas frias com uma corrida perene de águas doce junto à encosta do morro que chegava á praia com crostas de cor de ferrugem. Recebia este nome em razão da imagem de um boneco desenhado em baixo relevo na pedra da encosta, hoje protegida entre as peças do museu do homem do sambaqui sediado no Colégio Catarinense. Entre outras inscrições feitas pelos índios que ali viviam e ainda não decifradas, tem também aquela cuja trama de linha da idéia de ampulheta que foi escolhida como logotipo do empreendimento.
A área era rejeitada porque quando analisada pensando em pequenos lotes não oferecia beleza individual com pouca perspectiva de solução simples.
Vendo muito adiante adquiriu toda a região e organizou um grande projeto ou uma cidade integrada. Onde reunia num só condomínio apartamentos de uso exclusivo ou integrados à administração hoteleira que compõe o complexo Costão do Santinho.
Preocupado com tudo que o cerca e com a população não proprietária que viesse a utilizar a praia, cuidou para manter junto ao mar a integridade criada pela natureza.
Para respeitar o sagrado direito de ir e vir construiu uma passarela que contorna a ponta e conduz até o canto das Aranhas na praia do Moçambique, criando alguns espaços como belvedere que permite ao bom lançador de linhas a prática da pesca de costão.
Inclui em seu espaço o morro vizinho que permanece intocado, mas, tendo o cuidado de chamar os biólogos para cadastrarem toda vegetação que o cobre e a fauna que ali constrói seus ninhos, tocas e abrigos vivendo em harmonia com a ocupação vizinha e dela se locupletando.
Sua sensibilidade humana se revela quando abriga portentos como Arthur Moreira Lima, Daniel além de outras feras das artes e da oratória.
Cuida da saúde de seus usuários com o espaço de exercício repleto de modernos aparelhos e com a salutar e variada alimentação.
Iniciando pelo bar junto à praia que me faz recordar da sua alegria por estar produzindo uma batata frita tão saborosa quanto aquelas de cadeias famosas no mundo e pela delicadeza da caipirinha.
Atento dotou sua cozinha de requinte com chefs de alto padrão criando pratos personalizados, próprios de seu restaurante.
Numa divagação, o nome restaurante vem desde o longínquo passado que queria dizer o lugar de restaurar as forças e hoje é o local de reunir para obsequiar, desenvolver relacionamento, gerar novos amigos, declarar amor, enfim ser gente.
Ainda declarando ter muito por fazer no “resort”, ergueu um belo local para eventos com espaço para muitos participantes e agora faz existir o único campo de golf da ilha.
Vinte anos são passados desde o dia em que lá estivemos para ver a lançamento da pedra fundamental de todo este desafio. Passou o tempo, de dificuldade em dificuldade foi vencendo inclusive as manifestações de inveja.
Parabéns, Fernando Marcondes de Mattos estamos orgulhosos por estar entre aqueles que você considera amigos da mesma forma como agradece à Iolanda, família e funcionários.
Vá em frente!
A pele
A Pele
A pele é um órgão e não apenas uma casca.
De todos eles é o mais pesado, algumas gramas mais que o fígado que é o maior e mais compacto. Sem ela, a vida é impossível, teríamos o corpo invadido por todos os micro organismos e outros materiais da terra.
A pele é a estrutura do corpo que recobre todos os elementos e órgãos que compõem o organismo humano. Entre os animais o porco e seus parentes, javali, cateto e queixada são dotados de pele, elefante e hipopótamo são paquidermes porque tem epitélio espesso.
A pele tem a camada gordurosa grudada no epitélio o couro tem a gordura aderida ao músculo, este fato determina a diferença entre eles. Esta definição é a responsável pelo nome de couro cabeludo.
No reino vegetal este setor é representado pela casca. Ela tem enorme função na circulação da seiva. É gentil quando guarda durante toda sua longa vida, tudo que agredindo nela gravamos, como nossos nomes e juras de amor. Esta marca indelével reproduz o formato da lesão imposta, correspondendo à cicatriz de sua recuperação.
Ela é flexível e elástica, permitindo sofrer deformação e recuperar imediatamente para não quebrar em cacos a cada batida.
No reino animal pele e couro compõem o meio de contato daquele corpo com o meio ambiente. Os sentidos é que determinam as sensações básicas que irão interagir com o cérebro que as traduz em agradáveis e desagradáveis.
A pele não absorve as coisas com as quais tem contato, pouquíssimos são os elementos químicos que a penetram exceto diante de certas doenças que permitem a absorção. Isto justifica o uso de pomadas, cremes ou loções.
Ela excreta, sebo que é composto de ácidos graxos e óleos além do suor que tem por função participar da regulação da temperatura do corpo.
Em sua estrutura encontramos de fora para dentro inúmeras camadas. A primeira é a epiderme, transparente tem a finalidade de ser impermeável e produzir células que evoluem desde a sua profundidade até a superfície composta por queratócitos formadores da camada de queratina, mesmo material do cabelo que já perderam a sua vitalidade e ali estão para proteger filtrando e alterando a qualidade dos raios do sol e assim tornar-los mais inofensivos.
Na camada mais profunda da epiderme ficam instalados os melanócitos, células produtoras de pigmento negro chamado de melanina. O aumento da concentração de melanina evita a penetração da luz para dentro do corpo. Provocado pela luz solar há aumento da produção de melanina que é estimulada pelos bronzeadores ou menos comprometedor o uso de qualquer bebida pigmentada como café, coca-cola, fanta chás, etc.
Abaixo dela tem a derme que é composta por vários elementos como as fibras elásticas, fibras do colágeno, vasos sanguíneos, terminações nervosas, folículos pilosos, glândulas sebáceas e sudoríparas.
Abaixo e intimamente colocado tem o Tecido Celular Subcutâneo composto por celas com paredes de colágeno e tecido gorduroso com nervos e vasos entre elas. Quando a parede destas celas está flácida instala-se a popular celulite, termo que em medicina quer dizer infecção generalizada desta camada com conseqüências graves.
De qualquer forma o poeta tem usado o coração como o centro do amor.
Discordamos, pois é com a pele que sentimos o contato o calor o afago e o carinho do parceiro amado além de traduzir as emoções vividas manifestadas no rubor ou na palidez.
A pele é um órgão e não apenas uma casca.
De todos eles é o mais pesado, algumas gramas mais que o fígado que é o maior e mais compacto. Sem ela, a vida é impossível, teríamos o corpo invadido por todos os micro organismos e outros materiais da terra.
A pele é a estrutura do corpo que recobre todos os elementos e órgãos que compõem o organismo humano. Entre os animais o porco e seus parentes, javali, cateto e queixada são dotados de pele, elefante e hipopótamo são paquidermes porque tem epitélio espesso.
A pele tem a camada gordurosa grudada no epitélio o couro tem a gordura aderida ao músculo, este fato determina a diferença entre eles. Esta definição é a responsável pelo nome de couro cabeludo.
No reino vegetal este setor é representado pela casca. Ela tem enorme função na circulação da seiva. É gentil quando guarda durante toda sua longa vida, tudo que agredindo nela gravamos, como nossos nomes e juras de amor. Esta marca indelével reproduz o formato da lesão imposta, correspondendo à cicatriz de sua recuperação.
Ela é flexível e elástica, permitindo sofrer deformação e recuperar imediatamente para não quebrar em cacos a cada batida.
No reino animal pele e couro compõem o meio de contato daquele corpo com o meio ambiente. Os sentidos é que determinam as sensações básicas que irão interagir com o cérebro que as traduz em agradáveis e desagradáveis.
A pele não absorve as coisas com as quais tem contato, pouquíssimos são os elementos químicos que a penetram exceto diante de certas doenças que permitem a absorção. Isto justifica o uso de pomadas, cremes ou loções.
Ela excreta, sebo que é composto de ácidos graxos e óleos além do suor que tem por função participar da regulação da temperatura do corpo.
Em sua estrutura encontramos de fora para dentro inúmeras camadas. A primeira é a epiderme, transparente tem a finalidade de ser impermeável e produzir células que evoluem desde a sua profundidade até a superfície composta por queratócitos formadores da camada de queratina, mesmo material do cabelo que já perderam a sua vitalidade e ali estão para proteger filtrando e alterando a qualidade dos raios do sol e assim tornar-los mais inofensivos.
Na camada mais profunda da epiderme ficam instalados os melanócitos, células produtoras de pigmento negro chamado de melanina. O aumento da concentração de melanina evita a penetração da luz para dentro do corpo. Provocado pela luz solar há aumento da produção de melanina que é estimulada pelos bronzeadores ou menos comprometedor o uso de qualquer bebida pigmentada como café, coca-cola, fanta chás, etc.
Abaixo dela tem a derme que é composta por vários elementos como as fibras elásticas, fibras do colágeno, vasos sanguíneos, terminações nervosas, folículos pilosos, glândulas sebáceas e sudoríparas.
Abaixo e intimamente colocado tem o Tecido Celular Subcutâneo composto por celas com paredes de colágeno e tecido gorduroso com nervos e vasos entre elas. Quando a parede destas celas está flácida instala-se a popular celulite, termo que em medicina quer dizer infecção generalizada desta camada com conseqüências graves.
De qualquer forma o poeta tem usado o coração como o centro do amor.
Discordamos, pois é com a pele que sentimos o contato o calor o afago e o carinho do parceiro amado além de traduzir as emoções vividas manifestadas no rubor ou na palidez.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
BOLAS
BOLAS
E
BOLAS
E A ÁRVORE ESTA COBERTA.
E A ALMA ESTA ABERTA
VELAS
VELAS
E
VELAS
E A ÁVORE ESTA ILIMINADA
A NOITE ESTA ORGANIZADA
AS LUZES PISCAM E BRILHAM
COMPLETAM E MOVIMENTAM
NOS MAIS PUROS CORAÇÕES
O IMPULSO PELAS ORAÇÕES
E EM SENTIMENTO CRISTÃO
EM UMA SÓ FAMILIA UNE SEU IRMÃO
CERTO QUE A GENTE BUSCA E FAZ
GRANDE ESFORÇO NA LUTA DIARIA PELA PAZ.
GIADOS POR ESTE PENSAMENTO NOS AGREGAMOS
ÀQUELES QUE A TODOS DESEJAM TODA FELICIDADE NESTE NATAL
COM TRABALHO SUFICIENTE PARA PROSPERAR NO PROXIMO ANO PROFISSIONAL.
RODRIGO D´EÇA NEVES
BOLAS
E
BOLAS
E A ÁRVORE ESTA COBERTA.
E A ALMA ESTA ABERTA
VELAS
VELAS
E
VELAS
E A ÁVORE ESTA ILIMINADA
A NOITE ESTA ORGANIZADA
AS LUZES PISCAM E BRILHAM
COMPLETAM E MOVIMENTAM
NOS MAIS PUROS CORAÇÕES
O IMPULSO PELAS ORAÇÕES
E EM SENTIMENTO CRISTÃO
EM UMA SÓ FAMILIA UNE SEU IRMÃO
CERTO QUE A GENTE BUSCA E FAZ
GRANDE ESFORÇO NA LUTA DIARIA PELA PAZ.
GIADOS POR ESTE PENSAMENTO NOS AGREGAMOS
ÀQUELES QUE A TODOS DESEJAM TODA FELICIDADE NESTE NATAL
COM TRABALHO SUFICIENTE PARA PROSPERAR NO PROXIMO ANO PROFISSIONAL.
RODRIGO D´EÇA NEVES
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Bolinho de chuva de massa de panqueca
Bolinho de chuva
Não havia casa ou família que não tivesse uma receita de bolinhos para fritar numa tarde de chuva.
Acredito que isto esteja ficando cada vez mais difícil, pois as cidades estão crescendo e noventa por cento das pessoas já necessita de condução para ir a algum lugar e não é mais possível visitar o vizinho da rua nem do apartamento ao lado pois já não se conhecem ou não desejam estas intimidades. Certas famílias estão semi desmanteladas e o núcleo básico da sociedade esta carente. Em casa, cada qual se isola diante de um eletrônico fica tão distante que chega a se comunicar através de mensagens pelo email.
Aquela educação básica com conceitos do certo e errado está sendo substituída pelo comando dos interesses individuais onde o que mais vale é levar vantagens pessoais que considera a ética como sinônimo de incompetência ou tolice.
Aquela boa educação onde o mais moço respeitava o mais velho e lhe estendia as mãos diante da necessidade e não deixava de cumprimentar os colegas de trabalho, desapareceu. Utilizam a palavra, senhor, apenas nos momentos de repreensão ou crítica com cinismo e não no dia a dia como deviam.
Assistimos estas constatações com medo, pois é terreno propício para a introdução de novos conceitos sociais e políticos, onde reina desestímulo, apatia, ausência de credo, que desmontam o comportamento comunitário uniforme que mantém as instituições.
Podemos observar que cidades existem com poder aquisitivo que permitiram a desintegração de seus times de futebol simplesmente pela falta de entusiasmo e espírito coletivo e ausência de líder em formação ou platéia para ele.
Apesar dos pensamentos anteriores o espírito de reunir a família, pelo menos em torno da mesa, nos faz trazer uma receita fácil e muito interessante.
Pode ser doce ou salgada bastando dosar o açúcar ou o sal sem outro ingrediente.
Recebe bem banana batida junto com os ingredientes ou outro como queijo parmesão ou ricota fresca ou curtida e defumada farelo de lingüiça, carne moída frutos do mar, etc.
A criatividade permite atender as curiosidades e vontades.
Bolinho de massa de panqueca
Farinha de trigo --------------------- quanto seja necessário
Ovos- -------------------------------------3 unid
Óleo --------------------------------------1 colher das de sopa
Açúcar - --------------------------------- 1 colher das de chá
Sal -----------------------------------------a gosto
Leite -------------------------------------- 2 copo tipo americano
Fermento químico ------------------- 1 colher da de café para cada ovo
Quando com camarão-
Pimenta do reino --------------------- povilhar sobre os camarões
Alho,-------------------------------------- 1 dente grande
pimentão, gengibre. ----------------- pedaços sem exagero
Camarão, ------------------------------- ½ quilo
No liquidificador:
Colocar três ovos (clara e gema, abrir antes em local diferente para não perder a massa se estiver estragado),
Fio de óleo (Azeite de oliva de preferência),
Fermento 1 colher rasa das de chá para cada ovo
Pequena colher de açúcar (para melhorar a liga da massa), Sal e pimenta do reino a gosto, alho 1 dente grande, pimentão.pedaços, gengibre pequeno pedaço, camarão 1 xícara de chá, leite dois copos e a farinha de trigo é adicionado pouco a pouco, até desaparecer o buraco que se forma no centro do conteúdo do liquidificador em movimento.
.
Untar uma forma (de suflê grande ou individual) com manteiga, enfeitar com camarões inteiros (é facultativo em formas grandes adornar com tiras de pimentão) levar ao forno pré- aquecido e assar até que o palito introduzido, saia seco.
Como falamos é simples e permite toda fantasia que não produza muita água e altere as relações com o trigo, situação que não possibilita assar nem crescer. O ponto da massa apresentado como o desaparecimento do olho no centro do liquidificador enquanto em movimento, demonstra esta relação com a umidade que se alcança colocando paulatinamente a farinha.
O ponto para considerar assado é o mesmo de todos os bolos, ou seja, crescido, dourado e seco quando conferido com um palito.
Não desejamos chuvas para que a receita seja experimentada, recomendamos para o lanche da tarde de qualquer dia, ela aproxima a família, alegra amigos ou cativa novos.
Necessitamos recriar a família como ela deve ser, integrada e participativa.
Não havia casa ou família que não tivesse uma receita de bolinhos para fritar numa tarde de chuva.
Acredito que isto esteja ficando cada vez mais difícil, pois as cidades estão crescendo e noventa por cento das pessoas já necessita de condução para ir a algum lugar e não é mais possível visitar o vizinho da rua nem do apartamento ao lado pois já não se conhecem ou não desejam estas intimidades. Certas famílias estão semi desmanteladas e o núcleo básico da sociedade esta carente. Em casa, cada qual se isola diante de um eletrônico fica tão distante que chega a se comunicar através de mensagens pelo email.
Aquela educação básica com conceitos do certo e errado está sendo substituída pelo comando dos interesses individuais onde o que mais vale é levar vantagens pessoais que considera a ética como sinônimo de incompetência ou tolice.
Aquela boa educação onde o mais moço respeitava o mais velho e lhe estendia as mãos diante da necessidade e não deixava de cumprimentar os colegas de trabalho, desapareceu. Utilizam a palavra, senhor, apenas nos momentos de repreensão ou crítica com cinismo e não no dia a dia como deviam.
Assistimos estas constatações com medo, pois é terreno propício para a introdução de novos conceitos sociais e políticos, onde reina desestímulo, apatia, ausência de credo, que desmontam o comportamento comunitário uniforme que mantém as instituições.
Podemos observar que cidades existem com poder aquisitivo que permitiram a desintegração de seus times de futebol simplesmente pela falta de entusiasmo e espírito coletivo e ausência de líder em formação ou platéia para ele.
Apesar dos pensamentos anteriores o espírito de reunir a família, pelo menos em torno da mesa, nos faz trazer uma receita fácil e muito interessante.
Pode ser doce ou salgada bastando dosar o açúcar ou o sal sem outro ingrediente.
Recebe bem banana batida junto com os ingredientes ou outro como queijo parmesão ou ricota fresca ou curtida e defumada farelo de lingüiça, carne moída frutos do mar, etc.
A criatividade permite atender as curiosidades e vontades.
Bolinho de massa de panqueca
Farinha de trigo --------------------- quanto seja necessário
Ovos- -------------------------------------3 unid
Óleo --------------------------------------1 colher das de sopa
Açúcar - --------------------------------- 1 colher das de chá
Sal -----------------------------------------a gosto
Leite -------------------------------------- 2 copo tipo americano
Fermento químico ------------------- 1 colher da de café para cada ovo
Quando com camarão-
Pimenta do reino --------------------- povilhar sobre os camarões
Alho,-------------------------------------- 1 dente grande
pimentão, gengibre. ----------------- pedaços sem exagero
Camarão, ------------------------------- ½ quilo
No liquidificador:
Colocar três ovos (clara e gema, abrir antes em local diferente para não perder a massa se estiver estragado),
Fio de óleo (Azeite de oliva de preferência),
Fermento 1 colher rasa das de chá para cada ovo
Pequena colher de açúcar (para melhorar a liga da massa), Sal e pimenta do reino a gosto, alho 1 dente grande, pimentão.pedaços, gengibre pequeno pedaço, camarão 1 xícara de chá, leite dois copos e a farinha de trigo é adicionado pouco a pouco, até desaparecer o buraco que se forma no centro do conteúdo do liquidificador em movimento.
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Untar uma forma (de suflê grande ou individual) com manteiga, enfeitar com camarões inteiros (é facultativo em formas grandes adornar com tiras de pimentão) levar ao forno pré- aquecido e assar até que o palito introduzido, saia seco.
Como falamos é simples e permite toda fantasia que não produza muita água e altere as relações com o trigo, situação que não possibilita assar nem crescer. O ponto da massa apresentado como o desaparecimento do olho no centro do liquidificador enquanto em movimento, demonstra esta relação com a umidade que se alcança colocando paulatinamente a farinha.
O ponto para considerar assado é o mesmo de todos os bolos, ou seja, crescido, dourado e seco quando conferido com um palito.
Não desejamos chuvas para que a receita seja experimentada, recomendamos para o lanche da tarde de qualquer dia, ela aproxima a família, alegra amigos ou cativa novos.
Necessitamos recriar a família como ela deve ser, integrada e participativa.
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