A Resolução CFM nº 1.974/2011
Divulgação Médica
Sem qualquer dúvida estamos além do tempo em que carroças chegavam às vilas divulgando suas poções e as vendiam prometendo inúmeras funções milagrosas que não aconteciam e nem ali estava mais o charlatão no momento desta constatação.
Mesclando as civilizações usos, costumes, drogas naturais, sintéticas e chás, os milagres cruzaram fronteiras.
Hoje envolvidos no interior desta Babel a população clama por seriedade e eficiência.
O médico por sua vez, muda seu comportamento segundo a tecnologia que o absorve e os recursos de que dispõe.
Isto não o torna diferente daqueles que manejavam suas carroças a não ser através de um código que orienta, coaduna convivência, e coordena o exercício do oficio e a ética.
No início quando eram apenas dois indivíduos foi estabelecido por eles a forma de coexistir, depois os filósofos estudaram-na, definiram e a denominaram de ética.
Assim como existe também é desrespeitada por alguns cujos motivos são os mesmos, avidez, orgulho e poder.
A necessidade de controlar a atividade medica fez com que se criasse a instituição e com ela o seu código de ética como mecanismo de regulação.
Enquanto o médico atendia seus pacientes e deles recebia seu sustento, havia razões e circunstancias para estreitar a relação médico/paciente.
Quando iniciaram as instituições o médico passou a ser funcionário com carga horária definida e controlada por terceiros, desaparecendo este elo e transformou o paciente em apenas usuário.
Neste momento o médico passou a prestar serviço e não mais a dedicação.
O paciente é mais um e o médico é mais outro.
Como há ainda a possibilidade do trabalho privado direto com o paciente que deseja esta situação, hoje regalia, o profissional vai à luta por maior divulgação de seu nome e de suas aptidões. Prepara um espaço sofisticado que aumenta seu custo, para tanto ele necessita utilizar as várias formas de divulgação que o cercam, para angariar clientes.
Primeiro faz seu cartão de visitas, material de propaganda depois seu consultório, contrata funcionário e profissional da mídia, pois vem a necessidade de pagar suas contas.
Neste momento se não tiver uma crença muito grande na responsabilidade da profissão que escolheu, apenas usufruirá das permissividades que ela proporciona.
Cada um opta por reger-se na mesma proporção em que a sua educação familiar o fez acreditar.
Para exercer este controle foi editado o Decreto nº 20.931 de 11 de Janeiro de 1932 e expedido pelo então presidente Getúlio Vargas com a intenção de orientar a atividade dos profissionais afetos à saúde.
Em dez anos o mesmo Getúlio Vargas com outro decreto Lei nº 4.113/42 ampliou a abrangência do anterior.
Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004, criam e conferem ao Conselho Federal de Medicina o direito de habilitar e legislar sobre o exercício da profissão.
Segue a promulgação da Resolução CFM 1036/80 substituída pela resolução n.1701/2003 com a mesma função de coordenar a atividade do médico. Em pouco tempo a globalização da mídia e o avanço nacional da tecnologia gerou a necessidade de evoluir e ocupar os espaços das normas vigentes sendo então criada a Comissão Nacional de Divulgação Medica ( Codame Federal) que em reunião em Florianópolis recebeu a incumbência de elaborar a nova resolução.
Após dois anos foi redigida a Resol. CFM 1974/2011, aprovada em sessão plenário do CFM em 14 de julho de 2011 e publicada no DOU em 19/08/2011 com a finalidade de atuar em assuntos de alcance nacional e elaborar esta resolução que entrará em vigor em 180 dias. A divulgação antecipada tem por finalidade permitir que todos tenhamos tempo para adaptar nossos impressos de consumo nas clínicas, hospitais ou consultório.
A resolução: Estabelece os critérios norteadores da propaganda em medicina, conceituando os anúncios, a divulgação de assuntos médicos, o sensacionalismo e as proibições referentes à matéria.
Entendendo que não há o impedimento de divulgar a medicina ou seu trabalho, acreditamos totalmente na necessidade do controle de abusos para evitar desmando e concorrência desleal. Já esta editado o manual de bolso com o nome “Regras para publicidade médica” apresentado junto com a discussão durante todo o dia 30 / 11 / 2011 item por item da resolução a vigorar a partir do dia 12 / 2 / 2012.
Concluo com a apresentação do parecer do Cons. José Abelardo Garcia de Meneses à CONSULTA CFM Nº 6.228/98 PC/CFM/Nº 63/1999 sobre o uso da internet que apesar de vigir naquele momento a resolução 1036/80, assim mesmo é atual e não é anulado com a atual.
Naquele momento o autor não via falta ética desde que o uso da internet seguisse os ditames do Código de Ética Médica e as resoluções pertinentes.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
O vinho
O Vinho
É citado desde que a humanidade iniciou seu registro nas mais variadas manifestações de comunicação pela tradição oral, por imagem ou escrita nas cavernas, placas de cerâmica com a escrita cuneiforme, papiros e papeis.
Europa, norte da África e Oriente Médio foram os locais onde se encontrou maior numero de informações da antiguidade.
Nas cavernas da Roque Saint Christopher, localizada na região do Perigord, interior da França, próximo à Limoges, onde foram encontrados restos ósseos e a mandíbula do homem de Cro Magnon ( viveu a 55.500 anos) troglodita pré histórico, lá também estavam as sementes de uva próximo aos toscos fogões, local das fogueiras.
Na Bíblia muitas são as citações onde o vinho é figura central como na embriaguez de Noé ou figura central no milagre das bodas de Canaã.
Na representação da Santa Ceia, enguia, pão e vinho são elementos de composição sobre a mesa.
Os rituais católicos tem no vinho e no pão, os componentes centrais para desenvolvimento do dogma da transformação em sangue e corpo de Cristo da eucaristia.
Entre gregos e romanos existiam deuses responsáveis pela uva e vinho que comandavam as suas festas. Com este culto ao vinho sendo difundindo entre os povos sua atenção voltou-se para a qualidade e melhoria de sua produção. Este envolvimento gerou muitos conhecimentos a ponto de atingir nível de ciência representada pela enologia, estudada em faculdade de alimentos ou farmácia na sua divisão de fermentados.
Tem vinhos mais ou menos ácidos, de corpo diferente, cores mais ou menos intensas diferenciando uvas e seus vinhos entre si.
Fenícios disputa a primazia da descoberta do vidro que foi acidental e remonta a 4000 anos AC com o Egito em 1400 anos AC iniciou a soprar o vidro e produzir várias formas de objetos ocos.
Os envases em todas as suas formas imaginadas foram idealizados para guardar líquidos, gases, líquidos gasosos, sólidos, pastas, farinhas e géis.
Seu formato é projetado segundo a proposta de uso.
No tema do vinho temos as concepções mais variadas como garrafa, copo, cálice, taça, decantador, jarras, etc.
Os cálices devem ser sempre transparentes com formas e tamanhos diferentes segundo o vinho em uso para ressaltar os predicados a serem apreciados. Desta forma para o vinho tinto a taça deve ser grande, bojuda com boca estreita para permitir o exame da cor, limpidez, brilho, efeito do liquido quando escorre na parede do copo, odor e sabor.
Os vinhos, branco e rose, podem usar o mesmo cálice que são menores e mais abertos, buscam-se com eles como no tinto as características particulares para cada tipo da bebida.
Para os espumantes os cálices são transparentes, delicados de parede fina, longos para melhor visualizar as bolhas que nascem no fundo e sobem alegres e agitadas. Devem ser lisos, sem pinturas ou cor, pequenos para não aquecer e evitar que percam sua capacidade de dar e gerar o máximo prazer que tem em si. Quanto mais duradoras e fartas, com salpico no nariz, melhor o vinho.
As bolhas quando tocam a língua devem dar fisgadas e quanto maior for o numero e a intensidade, melhor o champanhe e recebem o nome de agulhas.
As garrafas se dividem em gargalo, corpo e base de apoio.
Geralmente são de cor verde escura, pois a luz faz muito mal para qualquer vinho.
O gargalo será mais longo em vinhos de melhor qualidade, pois permite receber rolha longa (de 5 a 7cm) e mais curto naqueles de menor requinte com rolha pequena.
O corpo da garrafa varia entre cilíndrico na maioria e cônico como no espumante e no pinot noir.
A sua base é mais afundada nos vinhos de qualidade elevada e plana nos menos pretendentes.
Desta forma ao escolher seu vinho olhe o gargalo longo e ponha o dedo para sentir a profundidade da base quanto mais côncava melhor.
O decantador tem corpo bojudo e amplo, para permitir o deposito da borra e servir o vinho claro e limpo. A borra não invalida o vinho, pois é uma bebida que tem vida e apura seus predicados com o tempo. Sem condições especiais de repouso devem ser consumidos em três anos.
É citado desde que a humanidade iniciou seu registro nas mais variadas manifestações de comunicação pela tradição oral, por imagem ou escrita nas cavernas, placas de cerâmica com a escrita cuneiforme, papiros e papeis.
Europa, norte da África e Oriente Médio foram os locais onde se encontrou maior numero de informações da antiguidade.
Nas cavernas da Roque Saint Christopher, localizada na região do Perigord, interior da França, próximo à Limoges, onde foram encontrados restos ósseos e a mandíbula do homem de Cro Magnon ( viveu a 55.500 anos) troglodita pré histórico, lá também estavam as sementes de uva próximo aos toscos fogões, local das fogueiras.
Na Bíblia muitas são as citações onde o vinho é figura central como na embriaguez de Noé ou figura central no milagre das bodas de Canaã.
Na representação da Santa Ceia, enguia, pão e vinho são elementos de composição sobre a mesa.
Os rituais católicos tem no vinho e no pão, os componentes centrais para desenvolvimento do dogma da transformação em sangue e corpo de Cristo da eucaristia.
Entre gregos e romanos existiam deuses responsáveis pela uva e vinho que comandavam as suas festas. Com este culto ao vinho sendo difundindo entre os povos sua atenção voltou-se para a qualidade e melhoria de sua produção. Este envolvimento gerou muitos conhecimentos a ponto de atingir nível de ciência representada pela enologia, estudada em faculdade de alimentos ou farmácia na sua divisão de fermentados.
Tem vinhos mais ou menos ácidos, de corpo diferente, cores mais ou menos intensas diferenciando uvas e seus vinhos entre si.
Fenícios disputa a primazia da descoberta do vidro que foi acidental e remonta a 4000 anos AC com o Egito em 1400 anos AC iniciou a soprar o vidro e produzir várias formas de objetos ocos.
Os envases em todas as suas formas imaginadas foram idealizados para guardar líquidos, gases, líquidos gasosos, sólidos, pastas, farinhas e géis.
Seu formato é projetado segundo a proposta de uso.
No tema do vinho temos as concepções mais variadas como garrafa, copo, cálice, taça, decantador, jarras, etc.
Os cálices devem ser sempre transparentes com formas e tamanhos diferentes segundo o vinho em uso para ressaltar os predicados a serem apreciados. Desta forma para o vinho tinto a taça deve ser grande, bojuda com boca estreita para permitir o exame da cor, limpidez, brilho, efeito do liquido quando escorre na parede do copo, odor e sabor.
Os vinhos, branco e rose, podem usar o mesmo cálice que são menores e mais abertos, buscam-se com eles como no tinto as características particulares para cada tipo da bebida.
Para os espumantes os cálices são transparentes, delicados de parede fina, longos para melhor visualizar as bolhas que nascem no fundo e sobem alegres e agitadas. Devem ser lisos, sem pinturas ou cor, pequenos para não aquecer e evitar que percam sua capacidade de dar e gerar o máximo prazer que tem em si. Quanto mais duradoras e fartas, com salpico no nariz, melhor o vinho.
As bolhas quando tocam a língua devem dar fisgadas e quanto maior for o numero e a intensidade, melhor o champanhe e recebem o nome de agulhas.
As garrafas se dividem em gargalo, corpo e base de apoio.
Geralmente são de cor verde escura, pois a luz faz muito mal para qualquer vinho.
O gargalo será mais longo em vinhos de melhor qualidade, pois permite receber rolha longa (de 5 a 7cm) e mais curto naqueles de menor requinte com rolha pequena.
O corpo da garrafa varia entre cilíndrico na maioria e cônico como no espumante e no pinot noir.
A sua base é mais afundada nos vinhos de qualidade elevada e plana nos menos pretendentes.
Desta forma ao escolher seu vinho olhe o gargalo longo e ponha o dedo para sentir a profundidade da base quanto mais côncava melhor.
O decantador tem corpo bojudo e amplo, para permitir o deposito da borra e servir o vinho claro e limpo. A borra não invalida o vinho, pois é uma bebida que tem vida e apura seus predicados com o tempo. Sem condições especiais de repouso devem ser consumidos em três anos.
6 Congresso Brasileiro de Residentes de Cirurgia Plástica
6º Congresso Brasileiro de Residentes de Cirurgia Plástica.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) é a ramificação da especialidade reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB) e a única com atividade estética referendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Em Santa Catarina dirigimos o único serviço credenciado MEC e SBCP com sede no Hospital Universitário Prof Polydoro Ernani São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina.
Todo candidato ao curso de pós-graduação “latu sensu” em cirurgia plástica é muito exigido. Inicia com o concurso para ingressar em um serviço credenciado pelo MEC e SBCP/AMB.
Estes concursos diferem quando realizados em serviço duplamente credenciado que deve obediência aos órgãos credores e se torna obrigado a seguir a legislação que é rígida enquanto que os serviços credenciados somente pela SBCP têm maior liberdade na avaliação dos seus candidatos.
O MEC determina que as atividades didáticas das residências médicas iniciem no dia 1º de março de cada ano.
Há 6 anos a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, promove o encontro de todos os serviços credenciados e realiza o Congresso Brasileiro de Residentes de Cirurgia Plástica para provocar encontro científico e avaliar seus alunos e seus serviços.
Neste ano nos dias 1 e 2 de março aconteceu em São Paulo o 6º Congresso Brasileiro de Residentes de Cirurgia Plástica cumprindo programa de múltiplas atividades avaliadoras e científicas divididas em duas linhas de ação conforme o grau de evolução do residente, se no curso ou com ele concluído.
Parece incongruente, mas, todos fazem provas incluindo os que acabaram de ingressar que já são recebidos com uma prova de múltipla escolha sobre cirurgia plástica. Aqueles que migram para segundo ano também fazem a mesma prova, o diferencial de aprendizado resultante destas provas permite avaliar a capacidade dos alunos. Este comparativo avalia entre o candidato iniciante e o de segundo ano que também é comparado com o seu desempenho no ano anterior. Os de terceiro ano são submetidos à prova mais evoluída. Indiretamente esta demonstração crescente de conhecimentos avalia a capacidade e a qualifica os serviços credenciados para função de ensino. Se o curso tem aluno reprovado por três anos seguidos o déficit é dele e o serviço será reciclado ou sua credencial será cassada.
Além destas ações de avaliação existem as sessões científicas com apresentação de trabalhos elaborados em cada serviço e apresentados por seus discípulos.
Nas mesas diretivas temos os moderadores que criticam os trabalhos em todos os seus aspectos, qualidade e ordenação das fotografias, textos, postura do apresentador, qualidade do português utilizado e desenvoltura na forma global do trabalho. A eles cabe ainda questionar ou permitir participação e debate com a platéia.
É neste momento que aparecem as grandes novidades ou maneira diversa de ver e resolver a mesma dificuldade.
As idéias inéditas constituem as novidades esperadas que serão debatidas, aceitas, consagradas ou rejeitadas sem demérito para o autor.
Os trabalhos são analisados por um grupo experiente que define o de melhor qualidade e confere prêmios para primeiro, segundo e terceiro classificados.
Por último os médicos que acabaram o curso de pós-graduação são submetidos a uma prova teórica onde 50 questões abrangem todas as áreas de atuação da cirurgia plástica cuja nota mínima é 7 obedecendo a curva de Gauss que é progressiva e proporcional.
Os aprovados nesta fase ganham o direito de serem examinados em prova prática.
Superadas estas fases ganha o direito legal a anunciar que é especialista, uma vez que sem cruzar por estes meandros o médico não pode anunciar-se especialista em nenhuma área.
Controlam esta evolução o MEC através da Comissão Nacional de Residência Medica ( COREME) que delega à AMB a outorga dos diplomas após apreciação pela sua federada, no nosso caso a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Quando de posse do diploma o médico necessita levá-lo ao Conselho Regional de Medicina ( CRM) do seu estado para que se processe o registro que reconhece e endossa o documento liberando o anuncio da condição de especialista.
Com as novas determinações do Conselho Federal de Medicina, (Resol. CFM 1974/2011 ) todo médico que faz anúncio como especialista é obrigado a imprimir em seu papeis pessoais e do seu consultório o número do Registro de Qualificação de Especialista ( RQE) além do número do CRM.
Se não o tiver não pode anunciar e se forjar estará incurso no crime de falsidade ideológica.
Louvamos a atual situação onde os órgãos superiores entregaram às associações interessadas a responsabilidade da emissão do título de especialista.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) é a ramificação da especialidade reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB) e a única com atividade estética referendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Em Santa Catarina dirigimos o único serviço credenciado MEC e SBCP com sede no Hospital Universitário Prof Polydoro Ernani São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina.
Todo candidato ao curso de pós-graduação “latu sensu” em cirurgia plástica é muito exigido. Inicia com o concurso para ingressar em um serviço credenciado pelo MEC e SBCP/AMB.
Estes concursos diferem quando realizados em serviço duplamente credenciado que deve obediência aos órgãos credores e se torna obrigado a seguir a legislação que é rígida enquanto que os serviços credenciados somente pela SBCP têm maior liberdade na avaliação dos seus candidatos.
O MEC determina que as atividades didáticas das residências médicas iniciem no dia 1º de março de cada ano.
Há 6 anos a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, promove o encontro de todos os serviços credenciados e realiza o Congresso Brasileiro de Residentes de Cirurgia Plástica para provocar encontro científico e avaliar seus alunos e seus serviços.
Neste ano nos dias 1 e 2 de março aconteceu em São Paulo o 6º Congresso Brasileiro de Residentes de Cirurgia Plástica cumprindo programa de múltiplas atividades avaliadoras e científicas divididas em duas linhas de ação conforme o grau de evolução do residente, se no curso ou com ele concluído.
Parece incongruente, mas, todos fazem provas incluindo os que acabaram de ingressar que já são recebidos com uma prova de múltipla escolha sobre cirurgia plástica. Aqueles que migram para segundo ano também fazem a mesma prova, o diferencial de aprendizado resultante destas provas permite avaliar a capacidade dos alunos. Este comparativo avalia entre o candidato iniciante e o de segundo ano que também é comparado com o seu desempenho no ano anterior. Os de terceiro ano são submetidos à prova mais evoluída. Indiretamente esta demonstração crescente de conhecimentos avalia a capacidade e a qualifica os serviços credenciados para função de ensino. Se o curso tem aluno reprovado por três anos seguidos o déficit é dele e o serviço será reciclado ou sua credencial será cassada.
Além destas ações de avaliação existem as sessões científicas com apresentação de trabalhos elaborados em cada serviço e apresentados por seus discípulos.
Nas mesas diretivas temos os moderadores que criticam os trabalhos em todos os seus aspectos, qualidade e ordenação das fotografias, textos, postura do apresentador, qualidade do português utilizado e desenvoltura na forma global do trabalho. A eles cabe ainda questionar ou permitir participação e debate com a platéia.
É neste momento que aparecem as grandes novidades ou maneira diversa de ver e resolver a mesma dificuldade.
As idéias inéditas constituem as novidades esperadas que serão debatidas, aceitas, consagradas ou rejeitadas sem demérito para o autor.
Os trabalhos são analisados por um grupo experiente que define o de melhor qualidade e confere prêmios para primeiro, segundo e terceiro classificados.
Por último os médicos que acabaram o curso de pós-graduação são submetidos a uma prova teórica onde 50 questões abrangem todas as áreas de atuação da cirurgia plástica cuja nota mínima é 7 obedecendo a curva de Gauss que é progressiva e proporcional.
Os aprovados nesta fase ganham o direito de serem examinados em prova prática.
Superadas estas fases ganha o direito legal a anunciar que é especialista, uma vez que sem cruzar por estes meandros o médico não pode anunciar-se especialista em nenhuma área.
Controlam esta evolução o MEC através da Comissão Nacional de Residência Medica ( COREME) que delega à AMB a outorga dos diplomas após apreciação pela sua federada, no nosso caso a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Quando de posse do diploma o médico necessita levá-lo ao Conselho Regional de Medicina ( CRM) do seu estado para que se processe o registro que reconhece e endossa o documento liberando o anuncio da condição de especialista.
Com as novas determinações do Conselho Federal de Medicina, (Resol. CFM 1974/2011 ) todo médico que faz anúncio como especialista é obrigado a imprimir em seu papeis pessoais e do seu consultório o número do Registro de Qualificação de Especialista ( RQE) além do número do CRM.
Se não o tiver não pode anunciar e se forjar estará incurso no crime de falsidade ideológica.
Louvamos a atual situação onde os órgãos superiores entregaram às associações interessadas a responsabilidade da emissão do título de especialista.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Protese de silicone 2
Prótese de silicone 2
Continuando com o tema que esta levantando tanta discussão, sob certos aspectos, tratada com leviandade.
Todo governo tem sob sua responsabilidade a análise e acreditação dos alimentos, produtos de uso médico, medicamentos, técnicas de exames, propostas de tratamentos, próteses de todo tipo. No Brasil cabe a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Confiantes os profissionais da saúde se utilizam de todo recurso com a chancela deste órgão.
Também as próteses de mama entram no mercado, somente após sua devida aprovação, incluindo as francesas que hoje tão questionadas.
Na pratica médica a inclusão de silicone para atender as necessidades da mulher e suas mamas esta atrelada a três principais indicações: - reconstrução da mama removida por câncer ou outra patologia; - casos de atrofia severa para fazê-la existir e ainda o desejo de aumentar e elevar.
A finalidade única e primordial da prótese é aumentar o volume mamário.
Nos casos de troca temos alguns critérios que norteiam levando em conta que a prótese incluída não deve dar nenhuma repercussão. Diante de sintomas como ruptura, dor, alteração da forma, enrijecimento é importante a avaliação médica. Outra razão é vontade de trocar por insuficiência de tamanho. No caso de queda da glândula por diante da prótese o recurso é a troca por tamanho maior e ou retirada da pele excedente.
Entretanto não há quadro de urgência mesmo diante da rotura que obriga a troca, mas, sem angustia ou atropelo.
O exame clínico e a ressonância magnética são soberanos com auxilio do ultrasom para o diagnostico de rotura de prótese.
Todas podem romper espontaneamente, por trauma quando submetida a esforço excessivo ou por pancada em acidentes.
As próteses tem resistências muito parecidas tanto que as marcas ora em discussão PIP e ROFIL aparecem nas estatísticas com apenas 1% a mais de possibilidade de rompimento em relação às outras.
Toda fábrica mantém seu laboratório para testar contração, compressão e tração definindo a força necessária para haver a rotura da prótese. Devido a estes cuidados podemos entender que em condições normais as próteses não rompem sem causa externa.
O fato de ser inerte é a grande vantagem do silicone sobre outros materiais já pesquisados, permite ser bem aceito com pouca ou nenhuma reação sem exigir qualquer intervenção cirúrgica ou medicamentosa.
A infecção, apesar de indesejada, pode ocorrer por burla de todo cuidado e prevenção dispensados. Diante desta desventura é obrigatório retirar a prótese atingida, curar o processo e depois de algum tempo recolocar outra, diante deste motivo as fabricas costumam honrar esta troca.
Existem empresas que recomendam um prazo para efetuar a substituição independentemente das condições locais ou gerais.
Pessoalmente, apoiado no espírito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, recomendamos a troca da prótese apenas quando existem sintomas com comprovação laboratorial do diagnostico ou quando a paciente solicita com finalidade de eliminar, diminuir ou aumentar o volume.
O tamanho ideal é aquele que torna real o volume na região das mamas e mantém equilíbrio entre ela e o tórax que as sustenta. Na minha analise para recomendar um tamanho sugiro ao paciente que busque a merecida harmonia dentro dos conhecimentos propostos por Fibonacci que é muito antiga e orientou artistas como Michelangelo e Da Vinci na produção de suas obras mais admiradas.
Hoje melhorou entre as candidatas o entendimento sobre o tamanho e quase desapareceu a competição de volume que liderou por algum tempo os conceitos de beleza e sensualidade.
Outros estudos clínicos ou de ensaios laboratoriais não evidenciaram relação de causa e efeito entre a presença de silicone incluído e o aparecimento de câncer no local nem a distancia.
Alguns tópicos devem ser observados.
Não há discussão sobre as próteses de silicone não mamárias.
Todos, ainda que em mínimas quantidades, ingerimos silicone que circula no sangue e deposita nos tecidos oriundos das embalagens de alimentos que recebem este material em seu tratamento.
No mundo leigo, realizado por curiosos não médicos nem da área, são injetados grandes volumes de silicone industrial para ganho de formas diferentes das do seu sexo original e nos hospitais eles não aparecem com problemas que possam ser relacionados ao material utilizado.
Todas as portadoras de próteses mamárias que estejam vivendo momentos de dúvida e angustia devem procurar seus médicos e com eles analisar as suas condições.
Continuando com o tema que esta levantando tanta discussão, sob certos aspectos, tratada com leviandade.
Todo governo tem sob sua responsabilidade a análise e acreditação dos alimentos, produtos de uso médico, medicamentos, técnicas de exames, propostas de tratamentos, próteses de todo tipo. No Brasil cabe a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Confiantes os profissionais da saúde se utilizam de todo recurso com a chancela deste órgão.
Também as próteses de mama entram no mercado, somente após sua devida aprovação, incluindo as francesas que hoje tão questionadas.
Na pratica médica a inclusão de silicone para atender as necessidades da mulher e suas mamas esta atrelada a três principais indicações: - reconstrução da mama removida por câncer ou outra patologia; - casos de atrofia severa para fazê-la existir e ainda o desejo de aumentar e elevar.
A finalidade única e primordial da prótese é aumentar o volume mamário.
Nos casos de troca temos alguns critérios que norteiam levando em conta que a prótese incluída não deve dar nenhuma repercussão. Diante de sintomas como ruptura, dor, alteração da forma, enrijecimento é importante a avaliação médica. Outra razão é vontade de trocar por insuficiência de tamanho. No caso de queda da glândula por diante da prótese o recurso é a troca por tamanho maior e ou retirada da pele excedente.
Entretanto não há quadro de urgência mesmo diante da rotura que obriga a troca, mas, sem angustia ou atropelo.
O exame clínico e a ressonância magnética são soberanos com auxilio do ultrasom para o diagnostico de rotura de prótese.
Todas podem romper espontaneamente, por trauma quando submetida a esforço excessivo ou por pancada em acidentes.
As próteses tem resistências muito parecidas tanto que as marcas ora em discussão PIP e ROFIL aparecem nas estatísticas com apenas 1% a mais de possibilidade de rompimento em relação às outras.
Toda fábrica mantém seu laboratório para testar contração, compressão e tração definindo a força necessária para haver a rotura da prótese. Devido a estes cuidados podemos entender que em condições normais as próteses não rompem sem causa externa.
O fato de ser inerte é a grande vantagem do silicone sobre outros materiais já pesquisados, permite ser bem aceito com pouca ou nenhuma reação sem exigir qualquer intervenção cirúrgica ou medicamentosa.
A infecção, apesar de indesejada, pode ocorrer por burla de todo cuidado e prevenção dispensados. Diante desta desventura é obrigatório retirar a prótese atingida, curar o processo e depois de algum tempo recolocar outra, diante deste motivo as fabricas costumam honrar esta troca.
Existem empresas que recomendam um prazo para efetuar a substituição independentemente das condições locais ou gerais.
Pessoalmente, apoiado no espírito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, recomendamos a troca da prótese apenas quando existem sintomas com comprovação laboratorial do diagnostico ou quando a paciente solicita com finalidade de eliminar, diminuir ou aumentar o volume.
O tamanho ideal é aquele que torna real o volume na região das mamas e mantém equilíbrio entre ela e o tórax que as sustenta. Na minha analise para recomendar um tamanho sugiro ao paciente que busque a merecida harmonia dentro dos conhecimentos propostos por Fibonacci que é muito antiga e orientou artistas como Michelangelo e Da Vinci na produção de suas obras mais admiradas.
Hoje melhorou entre as candidatas o entendimento sobre o tamanho e quase desapareceu a competição de volume que liderou por algum tempo os conceitos de beleza e sensualidade.
Outros estudos clínicos ou de ensaios laboratoriais não evidenciaram relação de causa e efeito entre a presença de silicone incluído e o aparecimento de câncer no local nem a distancia.
Alguns tópicos devem ser observados.
Não há discussão sobre as próteses de silicone não mamárias.
Todos, ainda que em mínimas quantidades, ingerimos silicone que circula no sangue e deposita nos tecidos oriundos das embalagens de alimentos que recebem este material em seu tratamento.
No mundo leigo, realizado por curiosos não médicos nem da área, são injetados grandes volumes de silicone industrial para ganho de formas diferentes das do seu sexo original e nos hospitais eles não aparecem com problemas que possam ser relacionados ao material utilizado.
Todas as portadoras de próteses mamárias que estejam vivendo momentos de dúvida e angustia devem procurar seus médicos e com eles analisar as suas condições.
Protese de silicone 2
Prótese de silicone 2
Continuando com o tema que esta levantando tanta discussão, sob certos aspectos, tratada com leviandade.
Todo governo tem sob sua responsabilidade a análise e acreditação dos alimentos, produtos de uso médico, medicamentos, técnicas de exames, propostas de tratamentos, próteses de todo tipo. No Brasil cabe a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Confiantes os profissionais da saúde se utilizam de todo recurso com a chancela deste órgão.
Também as próteses de mama entram no mercado, somente após sua devida aprovação, incluindo as francesas que hoje tão questionadas.
Na pratica médica a inclusão de silicone para atender as necessidades da mulher e suas mamas esta atrelada a três principais indicações: - reconstrução da mama removida por câncer ou outra patologia; - casos de atrofia severa para fazê-la existir e ainda o desejo de aumentar e elevar.
A finalidade única e primordial da prótese é aumentar o volume mamário.
Nos casos de troca temos alguns critérios que norteiam levando em conta que a prótese incluída não deve dar nenhuma repercussão. Diante de sintomas como ruptura, dor, alteração da forma, enrijecimento é importante a avaliação médica. Outra razão é vontade de trocar por insuficiência de tamanho. No caso de queda da glândula por diante da prótese o recurso é a troca por tamanho maior e ou retirada da pele excedente.
Entretanto não há quadro de urgência mesmo diante da rotura que obriga a troca, mas, sem angustia ou atropelo.
O exame clínico e a ressonância magnética são soberanos com auxilio do ultrasom para o diagnostico de rotura de prótese.
Todas podem romper espontaneamente, por trauma quando submetida a esforço excessivo ou por pancada em acidentes.
As próteses tem resistências muito parecidas tanto que as marcas ora em discussão PIP e ROFIL aparecem nas estatísticas com apenas 1% a mais de possibilidade de rompimento em relação às outras.
Toda fábrica mantém seu laboratório para testar contração, compressão e tração definindo a força necessária para haver a rotura da prótese. Devido a estes cuidados podemos entender que em condições normais as próteses não rompem sem causa externa.
O fato de ser inerte é a grande vantagem do silicone sobre outros materiais já pesquisados, permite ser bem aceito com pouca ou nenhuma reação sem exigir qualquer intervenção cirúrgica ou medicamentosa.
A infecção, apesar de indesejada, pode ocorrer por burla de todo cuidado e prevenção dispensados. Diante desta desventura é obrigatório retirar a prótese atingida, curar o processo e depois de algum tempo recolocar outra, diante deste motivo as fabricas costumam honrar esta troca.
Existem empresas que recomendam um prazo para efetuar a substituição independentemente das condições locais ou gerais.
Pessoalmente, apoiado no espírito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, recomendamos a troca da prótese apenas quando existem sintomas com comprovação laboratorial do diagnostico ou quando a paciente solicita com finalidade de eliminar, diminuir ou aumentar o volume.
O tamanho ideal é aquele que torna real o volume na região das mamas e mantém equilíbrio entre ela e o tórax que as sustenta. Na minha analise para recomendar um tamanho sugiro ao paciente que busque a merecida harmonia dentro dos conhecimentos propostos por Fibonacci que é muito antiga e orientou artistas como Michelangelo e Da Vinci na produção de suas obras mais admiradas.
Hoje melhorou entre as candidatas o entendimento sobre o tamanho e quase desapareceu a competição de volume que liderou por algum tempo os conceitos de beleza e sensualidade.
Outros estudos clínicos ou de ensaios laboratoriais não evidenciaram relação de causa e efeito entre a presença de silicone incluído e o aparecimento de câncer no local nem a distancia.
Alguns tópicos devem ser observados.
Não há discussão sobre as próteses de silicone não mamárias.
Todos, ainda que em mínimas quantidades, ingerimos silicone que circula no sangue e deposita nos tecidos oriundos das embalagens de alimentos que recebem este material em seu tratamento.
No mundo leigo, realizado por curiosos não médicos nem da área, são injetados grandes volumes de silicone industrial para ganho de formas diferentes das do seu sexo original e nos hospitais eles não aparecem com problemas que possam ser relacionados ao material utilizado.
Todas as portadoras de próteses mamárias que estejam vivendo momentos de dúvida e angustia devem procurar seus médicos e com eles analisar as suas condições.
Continuando com o tema que esta levantando tanta discussão, sob certos aspectos, tratada com leviandade.
Todo governo tem sob sua responsabilidade a análise e acreditação dos alimentos, produtos de uso médico, medicamentos, técnicas de exames, propostas de tratamentos, próteses de todo tipo. No Brasil cabe a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Confiantes os profissionais da saúde se utilizam de todo recurso com a chancela deste órgão.
Também as próteses de mama entram no mercado, somente após sua devida aprovação, incluindo as francesas que hoje tão questionadas.
Na pratica médica a inclusão de silicone para atender as necessidades da mulher e suas mamas esta atrelada a três principais indicações: - reconstrução da mama removida por câncer ou outra patologia; - casos de atrofia severa para fazê-la existir e ainda o desejo de aumentar e elevar.
A finalidade única e primordial da prótese é aumentar o volume mamário.
Nos casos de troca temos alguns critérios que norteiam levando em conta que a prótese incluída não deve dar nenhuma repercussão. Diante de sintomas como ruptura, dor, alteração da forma, enrijecimento é importante a avaliação médica. Outra razão é vontade de trocar por insuficiência de tamanho. No caso de queda da glândula por diante da prótese o recurso é a troca por tamanho maior e ou retirada da pele excedente.
Entretanto não há quadro de urgência mesmo diante da rotura que obriga a troca, mas, sem angustia ou atropelo.
O exame clínico e a ressonância magnética são soberanos com auxilio do ultrasom para o diagnostico de rotura de prótese.
Todas podem romper espontaneamente, por trauma quando submetida a esforço excessivo ou por pancada em acidentes.
As próteses tem resistências muito parecidas tanto que as marcas ora em discussão PIP e ROFIL aparecem nas estatísticas com apenas 1% a mais de possibilidade de rompimento em relação às outras.
Toda fábrica mantém seu laboratório para testar contração, compressão e tração definindo a força necessária para haver a rotura da prótese. Devido a estes cuidados podemos entender que em condições normais as próteses não rompem sem causa externa.
O fato de ser inerte é a grande vantagem do silicone sobre outros materiais já pesquisados, permite ser bem aceito com pouca ou nenhuma reação sem exigir qualquer intervenção cirúrgica ou medicamentosa.
A infecção, apesar de indesejada, pode ocorrer por burla de todo cuidado e prevenção dispensados. Diante desta desventura é obrigatório retirar a prótese atingida, curar o processo e depois de algum tempo recolocar outra, diante deste motivo as fabricas costumam honrar esta troca.
Existem empresas que recomendam um prazo para efetuar a substituição independentemente das condições locais ou gerais.
Pessoalmente, apoiado no espírito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, recomendamos a troca da prótese apenas quando existem sintomas com comprovação laboratorial do diagnostico ou quando a paciente solicita com finalidade de eliminar, diminuir ou aumentar o volume.
O tamanho ideal é aquele que torna real o volume na região das mamas e mantém equilíbrio entre ela e o tórax que as sustenta. Na minha analise para recomendar um tamanho sugiro ao paciente que busque a merecida harmonia dentro dos conhecimentos propostos por Fibonacci que é muito antiga e orientou artistas como Michelangelo e Da Vinci na produção de suas obras mais admiradas.
Hoje melhorou entre as candidatas o entendimento sobre o tamanho e quase desapareceu a competição de volume que liderou por algum tempo os conceitos de beleza e sensualidade.
Outros estudos clínicos ou de ensaios laboratoriais não evidenciaram relação de causa e efeito entre a presença de silicone incluído e o aparecimento de câncer no local nem a distancia.
Alguns tópicos devem ser observados.
Não há discussão sobre as próteses de silicone não mamárias.
Todos, ainda que em mínimas quantidades, ingerimos silicone que circula no sangue e deposita nos tecidos oriundos das embalagens de alimentos que recebem este material em seu tratamento.
No mundo leigo, realizado por curiosos não médicos nem da área, são injetados grandes volumes de silicone industrial para ganho de formas diferentes das do seu sexo original e nos hospitais eles não aparecem com problemas que possam ser relacionados ao material utilizado.
Todas as portadoras de próteses mamárias que estejam vivendo momentos de dúvida e angustia devem procurar seus médicos e com eles analisar as suas condições.
Protese de silicone
Prótese de silicone
As próteses de silicone para uso em mamas foi criada nos Estados Unidos pelo Dr Ernest Daniel Cronin durante a década de 1960, antes haviam experimentado de tudo para aumentar as mamas até mesmo gordura que era enxertada em bloco, razão pela qual era absorvida e não funcionou.
Contribuiu também para a falta de sucesso nestas pesquisas anteriores o desconhecimento do antibiótico com as conseqüentes infecções.
No final dos anos 60 entrando na década de 70 houve muita mudança na qualidade das próteses mamárias com alterações da estrutura do silicone tanto dos invólucros como daquele que compunha o conteúdo.
A empresa americana Dow Cornning criou o método de sintetizar o silicone, material utilizável em qualquer estado desde líquido até rígido passando pelo mole, gel e flexível, a companhia logrou manter sua descoberta em segredo durante bastante tempo.
Neste momento havia somente ela como produtora de silicone geral e de uso médico, de forma que atendia todo o mundo. Todos faziam as próteses com material da mesma origem. O que diferenciava os montadores eram alguns conceitos sobre dureza e formato das próteses.
Em 1970 chegou ao Brasil do Japão outro tipo de silicone com moléculas mais longas, acompanhado do argumento de serem estáveis e não migrarem, entrou em cena com pouca aceitação pelo custo, mas, induziu a outros produtores a reproduzir as características.
Na fabricação da prótese usam-se moldes torneados em fibra de nylon com diferentes formatos, volume e tamanho estabelecidos, fixados a um pino que mergulhados em silicone são estabilizados em processo de vulcanização. Depois em ambiente rigorosamente estéril são desenluvados os invólucros dos moldes e preenchidos manualmente com silicone. Este silicone que preenche é apresentado em estado gel muito maleável altamente pegajoso com uma característica especial que é chamada de alta coesão. Esta propriedade faz com que as moléculas do conteúdo tenham uma força de fixação entre si que não permite que extravase ou mesmo se espalhe pelo corpo. Antes de 1965 quando rompia o invólucro o gel que preenchia podia e migrava para qualquer área do corpo, hoje esta possibilidade já não existe mais.
Com o atual gel de alta coesão não se tem encontrado migração do silicone em testes dirigidos com uso de mini próteses em ratos.
Externamente a experiência que é feita consiste em provocar com objeto cortante a rotura da parede da prótese que ao ser comprimida permite a saída do gel formando um cogumelo que automaticamente retrai e desfaz a saliência, retornando ao seu leito de origem no momento em que a compressão é desfeita.
O organismo humano reage contra a prótese porque é corpo estranho, como proteção isola do restante do corpo envolvendo com uma cápsula cicatricial e o aceita sem mais reações considerando excluído o material.
No princípio a retração era muito intensa, além de tornar rígida denunciava na pele a sua presença. Neste momento as próteses possuíam as paredes lisas e esta era a razão da contração das cápsulas cicatriciais.
Com o tempo as pesquisas mostraram que invólucros feitos com várias camadas finas diminuíam a intensidade da reação cicatricial. Depois iniciou o conceito das superfícies rugosas chamadas de texturizadas seguindo com as próteses recobertas por poliuretano de uso médico. Com estas últimas as estatísticas mostraram grande redução da hipertrofia da cápsula cicatricial e maior naturalidade nos resultados.
Quanto ao aspecto de ser indutora da formação de câncer ou impedir exames das mamas por imagens modificou.
Os aparelhos de exame como o ultra-som ou a mamagrafia permitem boa avaliação e diagnostico sem que a presença da prótese dificulte ou confunda entre eles a ressonância magnética é muito precisa e confiável.
Após período de muita discussão e suspeitas, estudo realizado nos EEUU analisou durante longo período, 1000 pacientes portadoras de prótese mamária e 1000 pacientes sem qualquer inclusão na mama e a conclusão encontrada revelou condição muito favorável ao implante, pois mostrou 27% a menos de câncer de mama entre aquelas que portavam silicone.
Os sinais de alerta em geral são aumento da consistência da prótese, percepção de nódulos ou dores acompanhadas de manchas vermelhas ou avermelhadas em qualquer tempo de pós-operatório.
O exame clínico é soberano nas decisões em relação aos exames a serem solicitados e tratamento a ser adotado.
Retornaremos com o mesmo assunto.
Rodrigo d´Eça Neves < rodrigodeca@gmail.com>
As próteses de silicone para uso em mamas foi criada nos Estados Unidos pelo Dr Ernest Daniel Cronin durante a década de 1960, antes haviam experimentado de tudo para aumentar as mamas até mesmo gordura que era enxertada em bloco, razão pela qual era absorvida e não funcionou.
Contribuiu também para a falta de sucesso nestas pesquisas anteriores o desconhecimento do antibiótico com as conseqüentes infecções.
No final dos anos 60 entrando na década de 70 houve muita mudança na qualidade das próteses mamárias com alterações da estrutura do silicone tanto dos invólucros como daquele que compunha o conteúdo.
A empresa americana Dow Cornning criou o método de sintetizar o silicone, material utilizável em qualquer estado desde líquido até rígido passando pelo mole, gel e flexível, a companhia logrou manter sua descoberta em segredo durante bastante tempo.
Neste momento havia somente ela como produtora de silicone geral e de uso médico, de forma que atendia todo o mundo. Todos faziam as próteses com material da mesma origem. O que diferenciava os montadores eram alguns conceitos sobre dureza e formato das próteses.
Em 1970 chegou ao Brasil do Japão outro tipo de silicone com moléculas mais longas, acompanhado do argumento de serem estáveis e não migrarem, entrou em cena com pouca aceitação pelo custo, mas, induziu a outros produtores a reproduzir as características.
Na fabricação da prótese usam-se moldes torneados em fibra de nylon com diferentes formatos, volume e tamanho estabelecidos, fixados a um pino que mergulhados em silicone são estabilizados em processo de vulcanização. Depois em ambiente rigorosamente estéril são desenluvados os invólucros dos moldes e preenchidos manualmente com silicone. Este silicone que preenche é apresentado em estado gel muito maleável altamente pegajoso com uma característica especial que é chamada de alta coesão. Esta propriedade faz com que as moléculas do conteúdo tenham uma força de fixação entre si que não permite que extravase ou mesmo se espalhe pelo corpo. Antes de 1965 quando rompia o invólucro o gel que preenchia podia e migrava para qualquer área do corpo, hoje esta possibilidade já não existe mais.
Com o atual gel de alta coesão não se tem encontrado migração do silicone em testes dirigidos com uso de mini próteses em ratos.
Externamente a experiência que é feita consiste em provocar com objeto cortante a rotura da parede da prótese que ao ser comprimida permite a saída do gel formando um cogumelo que automaticamente retrai e desfaz a saliência, retornando ao seu leito de origem no momento em que a compressão é desfeita.
O organismo humano reage contra a prótese porque é corpo estranho, como proteção isola do restante do corpo envolvendo com uma cápsula cicatricial e o aceita sem mais reações considerando excluído o material.
No princípio a retração era muito intensa, além de tornar rígida denunciava na pele a sua presença. Neste momento as próteses possuíam as paredes lisas e esta era a razão da contração das cápsulas cicatriciais.
Com o tempo as pesquisas mostraram que invólucros feitos com várias camadas finas diminuíam a intensidade da reação cicatricial. Depois iniciou o conceito das superfícies rugosas chamadas de texturizadas seguindo com as próteses recobertas por poliuretano de uso médico. Com estas últimas as estatísticas mostraram grande redução da hipertrofia da cápsula cicatricial e maior naturalidade nos resultados.
Quanto ao aspecto de ser indutora da formação de câncer ou impedir exames das mamas por imagens modificou.
Os aparelhos de exame como o ultra-som ou a mamagrafia permitem boa avaliação e diagnostico sem que a presença da prótese dificulte ou confunda entre eles a ressonância magnética é muito precisa e confiável.
Após período de muita discussão e suspeitas, estudo realizado nos EEUU analisou durante longo período, 1000 pacientes portadoras de prótese mamária e 1000 pacientes sem qualquer inclusão na mama e a conclusão encontrada revelou condição muito favorável ao implante, pois mostrou 27% a menos de câncer de mama entre aquelas que portavam silicone.
Os sinais de alerta em geral são aumento da consistência da prótese, percepção de nódulos ou dores acompanhadas de manchas vermelhas ou avermelhadas em qualquer tempo de pós-operatório.
O exame clínico é soberano nas decisões em relação aos exames a serem solicitados e tratamento a ser adotado.
Retornaremos com o mesmo assunto.
Rodrigo d´Eça Neves < rodrigodeca@gmail.com>
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Facas
Facas
A história atribui ao "homo sapiens" a criação e uso da faca, fato que o diferenciou dos outros animais, apesar de que alguns empregam elementos simples da natureza como utensílio ou arma como os chimpanzés munidos de gravetos e ou pedaços de galhos mais grossos. Sabemos que o uso da faca iniciou na era paleolítica do grego "paleo" velho e "lithos" pedra. No princípio eram pedras quebradas que mantinham os bordos afiados em suas lascas como um caco de vidro. Nas fases seguintes durante a mesolitica iniciaram a manufaturar a pedra moldando vários instrumentos para chegar à fase neolítica, já polida, com formatos diferentes para faca, ponta de flecha, descolador de couro, etc, desde há 2.500.000 anos da nossa história. Thomsen em 1836 propôs a ordenação dos tempos como pré- história, idade da pedra, bronze, ferro, etc, na mesma ordem em que as matérias primas foram sendo descobertas pelo homem. Após conhecimento e domínio do manuseio dos metais, dureza e maleabilidade comandaram as pesquisas que diferenciaram os povos tornando alguns famosos nesta arte.
A composição e a tempera davam ao aço a qualidade ideal para as armaduras, espadas, adagas, floretes, sabres, facas, etc.
Toledo na Espanha até hoje é qualificada como excelente produtora em razão do Rio Tejo que por ali passa com o nome de Tajo cujas águas seriam as responsáveis pela boa tempera. Estes conhecimentos, matéria prima, origem do material, composição, forja, diferenciavam os aços tornando-os segredo de estado, guardados em total segurança constituindo motivo de espionagem e guerras. Além da pedra antecederam o aço elementos como osso, chifre, madeira, etc.
Dominado o manuseio do ferro iniciou a luta contra a corrosão pela oxidação que evoluiu até a descoberta das ligas com cromo, níquel, molibdênio, iniciando os tempos do aço inoxidável. Às vezes ele é considerado mole permitindo a obtenção de excelente gume que perde com rapidez a capacidade de cortar e às vezes muito duro com bom e durável fio, mas, muito quebradiço. Na qualificação dos aços temos denominações e siglas como, aço Damasco, inoxidável, ATS 34, 440 C, aço Carbônico e outras variações obedecendo definições técnicas determinantes destas classificação.
Podemos dividir as facas em dois grandes grupos, aquelas com lâmina fixa e as com lâmina móvel. Daí decorre as subclassificações como múltiplas laminas para os canivetes e aquelas automáticas de lamina escamoteável no cabo, acionadas por botões. A faca de lâmina fixa tem muitas funções com modelos que melhor se prestam para engrandecer seu desempenho. No campo e mata, temos os facões que se levados presos a cintura não devem ter mais que 50 cm de lamina para não machucar o calcanhar do portador durante a marcha sendo interessante que tenham mais peso na ponta que no cabo. As outras facas para este ambiente possuem variadas formas segundo a caça pretendida grande, pequena, couro ou pena...
As de defesa são projetadas para as guerras com funções especificas e feitio como adagas e baionetas e antigamente as espadas e sabre invencível quando em montaria.
Para uso profissional tem desenho de lamina que favorece seu uso curta e pontiaguda para a desossa. Longa e larga para favorecer melhor talho da carne.
Se de uso domestico também são vários os modelos de cabos e laminas, cada qual com sua função;
Entre alas, destaco aquela usada na cozinha que deve ter a lamina longa, larga com ponta arredondada para deslizar apoiada na tabua e ajudar no movimento de vai e vem ao cortar temperos.
A borda da lâmina na fixação ao cabo deve estar livre ultrapassando o dedo e atingindo a superfície onde está apoiado o vegetal. Lamina larga para não ferir os dedos da mão oposta onde ela é apoiada para limitar a espessura das fatias..
O mais importante numa faca é que ela corte, quando bem afiada ela obedece melhor aos comandos evitando os esforços e escorregões, responsáveis pelos acidentes com objetos cortantes.
Respeitem a boa faca, não raspem nada usando o lado do fio, não cortem sobre metal, porcelana, pedra ou terra e ao lavarem não utilizem água quente que desmancha o seu gume.
Faca cega corta os dedos ou as mãos.
A história atribui ao "homo sapiens" a criação e uso da faca, fato que o diferenciou dos outros animais, apesar de que alguns empregam elementos simples da natureza como utensílio ou arma como os chimpanzés munidos de gravetos e ou pedaços de galhos mais grossos. Sabemos que o uso da faca iniciou na era paleolítica do grego "paleo" velho e "lithos" pedra. No princípio eram pedras quebradas que mantinham os bordos afiados em suas lascas como um caco de vidro. Nas fases seguintes durante a mesolitica iniciaram a manufaturar a pedra moldando vários instrumentos para chegar à fase neolítica, já polida, com formatos diferentes para faca, ponta de flecha, descolador de couro, etc, desde há 2.500.000 anos da nossa história. Thomsen em 1836 propôs a ordenação dos tempos como pré- história, idade da pedra, bronze, ferro, etc, na mesma ordem em que as matérias primas foram sendo descobertas pelo homem. Após conhecimento e domínio do manuseio dos metais, dureza e maleabilidade comandaram as pesquisas que diferenciaram os povos tornando alguns famosos nesta arte.
A composição e a tempera davam ao aço a qualidade ideal para as armaduras, espadas, adagas, floretes, sabres, facas, etc.
Toledo na Espanha até hoje é qualificada como excelente produtora em razão do Rio Tejo que por ali passa com o nome de Tajo cujas águas seriam as responsáveis pela boa tempera. Estes conhecimentos, matéria prima, origem do material, composição, forja, diferenciavam os aços tornando-os segredo de estado, guardados em total segurança constituindo motivo de espionagem e guerras. Além da pedra antecederam o aço elementos como osso, chifre, madeira, etc.
Dominado o manuseio do ferro iniciou a luta contra a corrosão pela oxidação que evoluiu até a descoberta das ligas com cromo, níquel, molibdênio, iniciando os tempos do aço inoxidável. Às vezes ele é considerado mole permitindo a obtenção de excelente gume que perde com rapidez a capacidade de cortar e às vezes muito duro com bom e durável fio, mas, muito quebradiço. Na qualificação dos aços temos denominações e siglas como, aço Damasco, inoxidável, ATS 34, 440 C, aço Carbônico e outras variações obedecendo definições técnicas determinantes destas classificação.
Podemos dividir as facas em dois grandes grupos, aquelas com lâmina fixa e as com lâmina móvel. Daí decorre as subclassificações como múltiplas laminas para os canivetes e aquelas automáticas de lamina escamoteável no cabo, acionadas por botões. A faca de lâmina fixa tem muitas funções com modelos que melhor se prestam para engrandecer seu desempenho. No campo e mata, temos os facões que se levados presos a cintura não devem ter mais que 50 cm de lamina para não machucar o calcanhar do portador durante a marcha sendo interessante que tenham mais peso na ponta que no cabo. As outras facas para este ambiente possuem variadas formas segundo a caça pretendida grande, pequena, couro ou pena...
As de defesa são projetadas para as guerras com funções especificas e feitio como adagas e baionetas e antigamente as espadas e sabre invencível quando em montaria.
Para uso profissional tem desenho de lamina que favorece seu uso curta e pontiaguda para a desossa. Longa e larga para favorecer melhor talho da carne.
Se de uso domestico também são vários os modelos de cabos e laminas, cada qual com sua função;
Entre alas, destaco aquela usada na cozinha que deve ter a lamina longa, larga com ponta arredondada para deslizar apoiada na tabua e ajudar no movimento de vai e vem ao cortar temperos.
A borda da lâmina na fixação ao cabo deve estar livre ultrapassando o dedo e atingindo a superfície onde está apoiado o vegetal. Lamina larga para não ferir os dedos da mão oposta onde ela é apoiada para limitar a espessura das fatias..
O mais importante numa faca é que ela corte, quando bem afiada ela obedece melhor aos comandos evitando os esforços e escorregões, responsáveis pelos acidentes com objetos cortantes.
Respeitem a boa faca, não raspem nada usando o lado do fio, não cortem sobre metal, porcelana, pedra ou terra e ao lavarem não utilizem água quente que desmancha o seu gume.
Faca cega corta os dedos ou as mãos.
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