Tumores de pele
As lesões em geral quando formadas por proliferação de um determinado tipo de célula, geram uma unidade volumosa considerada tumor.
Todas as lesões, independente da cor, genericamente conhecidas como “sinal”, são aquelas as quais me refiro como “tumor”. Difere das situações em que há um edema (inchaço) limitado fazendo volume sem estabelecer uma estrutura celular são chamadas de “tumoração”, abcesso com núcleo repleto de secreção é o exemplo que posso citar. As tumefações são aqueles volumes de edema difusamente elásticos sem limites definidos.
As lesões podem ser malignas ou benignas felizmente as mais freqüentes. O tratamento das cancerosas deve demorar o menor tempo possível para se desencadeado. Para as lesões benignas a solução é sempre estética, pois sua permanência não causa nenhum mal. Para a maligna o tratamento será determinado pelo diagnóstico que avalia o seu comportamento e risco.
Sempre que for percebida uma mancha que altere seu volume, cor, consistência, com ou sem sintoma deve ser avaliado por médico clinico ou cirurgião ligado à pele para orientar o tratamento. Os bordos podem ser definidos, indefinido, elevado, regular ou irregular cuja análise auxilia no diagnóstico e prognóstico. Os sintomas mais comuns são pruridos (coceira), fisgada, dor, ulcera, descamação, crosta com ou sem sangramento.
Úlceras que não cicatrizam em um mês devem ser examinadas, lesões que ultrapassam este prazo em geral são malignas e necessitam acompanhamento médico.
Há ferida produzida por fungos, micro organismos que simulam câncer de pele e podem ser resolvidas com medicamento oral ou pomada, todavia é importante alguém experiente para diferenciá-las .
Todas estas lesões aparecem com maior ou menor facilidade dependendo da cor da pele. O sol através dos raios ultravioleta é o responsável por toda degeneração que ocorre no epitélio. Dos tipos conhecidos de pele, a branca é a mais sensível e a negra é a mais resistente embora todas estejam sujeitas às alterações e ao câncer.
As crianças mais clarinhas quando na praia se expõem em excesso ao sol que é intensificado pelo reflexo na areia, queimam, descascam e logo aparecem as “ephelides” (sardas) no rosto e ombros. Ao descascar a primeira camada da pele formada por queratina que atua como filtro é eliminada, em geral após formar bolhas com o suor e expõem as células mais profundas sensíveis à luz e calor. Trabalhos realizados na Austrália observaram que a sua população com etnia predisposta submete-se a sol intenso, razão pela qual desenvolve mais câncer de pele que em outros países. Nestes últimos anos pela rarefação na camada de ozônio e liberdade de penetração dos raios solares, aumentou muito o número de lesões malignas na pele inclusive em nosso território.
Existem as lesões conhecidas como pré-câncer que evoluem para malignidade ao serem estimuladas por fatores externos. O controle destas alterações facilita o diagnóstico precoce e favorece o tratamento.
Quando pequenos, os tumores permitem cirurgia eficiente com menor destruição com cura e resultado estético/funcional de melhor qualidade.
O habito do uso de filtro solar entre 15 e 20 FPS já permite boa proteção e tem reduzido o aparecimento destas intercorrências.
São oferecidos vários tipos de “bronzeadores” que na realidade são tintas que pintam a primeira camada da pele ( queratina) e desaparecem tão rápido quanto colorem de conseqüências desconhecidas.
Na pele há uma camada de células (melanócitos) que fica na base da epiderme e são as responsáveis pelo escurecimento da pele, produzindo pigmento negro (melanina). Quem estimula a produção de melanina é a luz não o calor e as bebidas como (café, fanta, coca cola, etc) sensibilizam os melanócitos e aumentam a formação de pigmentos.
Baseado nestas verdades é que se fazem as campanhas de prevenção alertando para os fatos descritos.
Acompanhar as alterações que aparecem na pele ou as modificações que ocorrem nos “sinais” é um comportamento necessário para evitar surpresas.
O abuso do sol na juventude é o câncer de pele da maturidade.
Cuidem-se.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Barco em tempo ruim
O barco em tempo ruim.
Como sabem todo barco tem por baixo o casco redondo no sentido transversal e relativamente reto de proa a popa. A proa (frente) necessita de inclinação que force o casco subir e de uma lâmina vertical que corte as águas, já a popa (atrás) é montada de maneira a sustentar o casco sem permitir o embarque da onda que a persegue quando se navega a favor das vagas. Na parte inferior próximo ao apoio do mastro é a localização da quilha que é fixa e tem seu peso proporcional ao tamanho de cada iate, nos barcos menores para uma ou duas pessoas este recurso é feito com uma lâmina móvel de metal que é a bolina. Desta forma o barco pode inclinar até o vento escorregar pela vela deixando-o quase deitado que volta à sua posição vertical na primeira redução da causa. Isto não ocorre com os barcos pequenos chamados de monotipos e dotados de bolina que podem virar.
Este fato não apresenta maior perigo, pois são equipados com compartimentos estanques ou bóias de plástico que os mantém flutuando. Além do banho e da mobilização dos objetos dentro da embarcação, nada mais incomodo acontece.
Este peso de compensação corresponde ao que se chama de lastro que pode ser fixo como no caso da quilha que permite fazer dela uma embarcação estável e segura, móvel quando é carga como se faziam nas caravelas ou o peso dos tripulantes quando em barco pequeno. O lastro é calculado para suportar a pressão e esforço que o vento faz sobre as velas e deve compensar o efeito das estruturas altas (mastreação) permitindo uma inclinação segura e estável.
No manejo do barco devemos trocar de bordo, soltar ou caçar as velas na mudança de rumo e assim manter o equilíbrio. No vento forte a opção é mudar a vela de proa por uma menor, reduzir o tamanho da grande ou mestra para manter o equilíbrio do barco sem perder velocidade nem a potencia tão importante para cortar as águas e manter a dirigibilidade. Existe momento dentro de uma tempestade que se retiram todas as velas e a navegação é feita em árvore seca a busca de abrigo. Outras vezes permite mínimas velas e exige que se soltem cabos (cordas) no mar com algum objeto amarrado que não afunde, chamada de âncora flutuante que ajuda a alinhar e manter o rumo por permitir estabilizar a embarcação, momento em que a mobilização sobre o convés é feita apenas quando for imprescindível e sempre preso a um cinto de segurança.
Nestas ocasiões o mar que se forma fica coberto de pequenas ondas que quebram e fazem espuma em tal quantidade que o mar se veste de branco, as vagas aumentam de tamanho e a visibilidade é muito prejudicada, se alguém cair na água dificilmente será encontrado. Todo marinheiro deve conhecer de costura, marcenaria, mecânica, primeiros socorros e principalmente o uso dos instrumentos de navegação. Distante e a noite nem sempre é possível ver as luzes da costa e nestes dias as estrelas estão encobertas e não há como se guiar sem GPS, posição determinada por satélite.Estes barcos em geral são equipados com rádio e a comunicação é muito importante.
Os pescadores se utilizam da vaga para apenas por intuição, saberem sem instrumento a direção da terra.
Não sobra roupa seca uma vez que a chuva e o respingo do mar molham tudo e ninguém pode abandonar seu posto para nada.
O trabalho é dividido por turnos de quatro horas quando e o repouso num beliche que se chama de tarimba é obrigatório, depois de algum tempo quando ali consegue dormir, o marinheiro esta tarimbado.
A parte anterior das tempestades é chamada de cabeça e tem maior intensidade. Estes instantes são rápidos, irregulares e violentos, porém, a borrasca amaina, regulariza e a tranqüilidade volta a bordo. Embora trabalhosas e difíceis as soluções, são obtidas por que quem vai ao mar se prepara em terra.
Frio e fome não existem, apenas líquido é de consumo rigoroso.
Na ausência de ventos (calmaria) era passar o tempo com o barco parado balançando. Entre os tripulantes tinham aqueles que representavam peças de teatro ou músicos que executavam composições feitas especialmente para serem apresentadas a bordo como existe até hoje em navios de cruzeiro.
Como sabem todo barco tem por baixo o casco redondo no sentido transversal e relativamente reto de proa a popa. A proa (frente) necessita de inclinação que force o casco subir e de uma lâmina vertical que corte as águas, já a popa (atrás) é montada de maneira a sustentar o casco sem permitir o embarque da onda que a persegue quando se navega a favor das vagas. Na parte inferior próximo ao apoio do mastro é a localização da quilha que é fixa e tem seu peso proporcional ao tamanho de cada iate, nos barcos menores para uma ou duas pessoas este recurso é feito com uma lâmina móvel de metal que é a bolina. Desta forma o barco pode inclinar até o vento escorregar pela vela deixando-o quase deitado que volta à sua posição vertical na primeira redução da causa. Isto não ocorre com os barcos pequenos chamados de monotipos e dotados de bolina que podem virar.
Este fato não apresenta maior perigo, pois são equipados com compartimentos estanques ou bóias de plástico que os mantém flutuando. Além do banho e da mobilização dos objetos dentro da embarcação, nada mais incomodo acontece.
Este peso de compensação corresponde ao que se chama de lastro que pode ser fixo como no caso da quilha que permite fazer dela uma embarcação estável e segura, móvel quando é carga como se faziam nas caravelas ou o peso dos tripulantes quando em barco pequeno. O lastro é calculado para suportar a pressão e esforço que o vento faz sobre as velas e deve compensar o efeito das estruturas altas (mastreação) permitindo uma inclinação segura e estável.
No manejo do barco devemos trocar de bordo, soltar ou caçar as velas na mudança de rumo e assim manter o equilíbrio. No vento forte a opção é mudar a vela de proa por uma menor, reduzir o tamanho da grande ou mestra para manter o equilíbrio do barco sem perder velocidade nem a potencia tão importante para cortar as águas e manter a dirigibilidade. Existe momento dentro de uma tempestade que se retiram todas as velas e a navegação é feita em árvore seca a busca de abrigo. Outras vezes permite mínimas velas e exige que se soltem cabos (cordas) no mar com algum objeto amarrado que não afunde, chamada de âncora flutuante que ajuda a alinhar e manter o rumo por permitir estabilizar a embarcação, momento em que a mobilização sobre o convés é feita apenas quando for imprescindível e sempre preso a um cinto de segurança.
Nestas ocasiões o mar que se forma fica coberto de pequenas ondas que quebram e fazem espuma em tal quantidade que o mar se veste de branco, as vagas aumentam de tamanho e a visibilidade é muito prejudicada, se alguém cair na água dificilmente será encontrado. Todo marinheiro deve conhecer de costura, marcenaria, mecânica, primeiros socorros e principalmente o uso dos instrumentos de navegação. Distante e a noite nem sempre é possível ver as luzes da costa e nestes dias as estrelas estão encobertas e não há como se guiar sem GPS, posição determinada por satélite.Estes barcos em geral são equipados com rádio e a comunicação é muito importante.
Os pescadores se utilizam da vaga para apenas por intuição, saberem sem instrumento a direção da terra.
Não sobra roupa seca uma vez que a chuva e o respingo do mar molham tudo e ninguém pode abandonar seu posto para nada.
O trabalho é dividido por turnos de quatro horas quando e o repouso num beliche que se chama de tarimba é obrigatório, depois de algum tempo quando ali consegue dormir, o marinheiro esta tarimbado.
A parte anterior das tempestades é chamada de cabeça e tem maior intensidade. Estes instantes são rápidos, irregulares e violentos, porém, a borrasca amaina, regulariza e a tranqüilidade volta a bordo. Embora trabalhosas e difíceis as soluções, são obtidas por que quem vai ao mar se prepara em terra.
Frio e fome não existem, apenas líquido é de consumo rigoroso.
Na ausência de ventos (calmaria) era passar o tempo com o barco parado balançando. Entre os tripulantes tinham aqueles que representavam peças de teatro ou músicos que executavam composições feitas especialmente para serem apresentadas a bordo como existe até hoje em navios de cruzeiro.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Camarão no Champanhe
Camarão no champanhe
E:mail - rodrigodeca@gmail.com
Para dois ou em grupo você pode fazer vezes de “Chef du Cuisine”.
Não é difícil. Necessita um mínimo de conhecimento, ingredientes, tempo motivação, boa vontade e paciência. A proposta é sofisticada conforme a preparação e o carinho a serem dispensados. Desta forma vamos analisar a proposta. As quantidades serão utilizadas segundo a posição do prato, se for apresentado como entrada, basta dois camarões se for prato principal quatro deles, aumente o número de camarões na proporção que seu tamanho fique menor. Aconselho deixar alguns sobressalentes para eventual apaixonado que deseje “repeteco”, pois fica muito saboroso.
Assim como o vinho cujo sabor não pode encobrir o do alimento servido os temperos não podem encobrir o sabor do motivo do prato servido.
Ingredientes:
Camarão grande (pistola), calda de lagosta ou peixe, 300g por pessoa.
Cebola 1 média ralada para cada quilo de camarão
Alho 2 dentes para cada quilo de camarão
Farinha de trigo colocar aos poucos para dar o ponto ideal
Pimenta do reino – a gosto moída na hora sobre o camarão
Noz moscada - pitadas
Champanhe – 1 a 2 copos em razão da necessidade
Manteiga 1 colher das de sopa para cada quilo de camarão
Sal-pimenta do reino a gosto
Gengibre ralado - a gosto sem exagero (opcional)
Molho – Fogo brando
Derreter a manteiga
Fritar a cebola ate quase dourar
Acrescentar a farinha de trigo, fritar como para molho branco,
Noz moscada 1 pitada,
Gengibre ralado
Dissolver com champanhe mexendo sempre
Água ou caldo de verdura sem sal para completar a diluição
Cozinhar o camarão lagosta ou peixe em pedaços neste molho e servir.
Notas:
Polvilhar moderadamente o camarão, peixe ou lagosta com pimenta do reino e sal.
O molho deve ficar com espessura suave, ainda ralo sem ganhar consistência de mingau. Deve escorrer de uma colher, mas, não espalhar no prato como caldo quando servido. Bater para desfazer os grumos. Não exceder na quantidade de champanhe pois gera gosto de fermentado
Arroz
Cebola 1 média e 1 dente alho finamente picados
Pimentão - finamente picado em cubos 1 fatia
Batata inglesa 1 média ralada
Ervilha- a gosto
Milho – 1 lata
Arroz- 1 xícara das de chá para cada três pessoas
Pimenta do reino, a gosto
açafrão ou cúrcuma – alguns pistilos ou 1 colher das de chá dissolvidos em água morna
Tomate cereja inteiro 1 para cada convidado
Sal a gosto
Esquentar o óleo e fritar a cebola até vidrar, alho, arroz, e juntar milho, ervilha, polvilhar com pimenta do reino moída na hora, cubinhos de pimentão, batata ralada, cobrir tudo com dois dedos de água e juntar o açafrão ou cúrcuma.
Colocar os tomates sobre tudo e cozinhar junto
Cozinhar tudo ao ponto do arroz.
Montagem do prato:
Com tigela ou xícara moldar uma quantidade do arroz enfeitado com o tomate cereja cozido e um ramo verde (cru) fora do centro do prato, dispor os camarões encostados no arroz, cobrir o restante do fundo com o molho sem ocupar as bordas.
Pode também dar asas a criatividade
Como entrada pode ser servida torrada composta por,
Torrar em forno forte:
Fatia de pão salgado
Patê de carne de porco defumado (tipo lingüiça)
Enfeitado com:
Fatias de tomate cereja e folhas de manjericão
Consulte o Blog : “Rodrigo d´Eça Neves; Cirurgia Plástica Dúvidas, Soluções e Humor.”
E:mail - rodrigodeca@gmail.com
Para dois ou em grupo você pode fazer vezes de “Chef du Cuisine”.
Não é difícil. Necessita um mínimo de conhecimento, ingredientes, tempo motivação, boa vontade e paciência. A proposta é sofisticada conforme a preparação e o carinho a serem dispensados. Desta forma vamos analisar a proposta. As quantidades serão utilizadas segundo a posição do prato, se for apresentado como entrada, basta dois camarões se for prato principal quatro deles, aumente o número de camarões na proporção que seu tamanho fique menor. Aconselho deixar alguns sobressalentes para eventual apaixonado que deseje “repeteco”, pois fica muito saboroso.
Assim como o vinho cujo sabor não pode encobrir o do alimento servido os temperos não podem encobrir o sabor do motivo do prato servido.
Ingredientes:
Camarão grande (pistola), calda de lagosta ou peixe, 300g por pessoa.
Cebola 1 média ralada para cada quilo de camarão
Alho 2 dentes para cada quilo de camarão
Farinha de trigo colocar aos poucos para dar o ponto ideal
Pimenta do reino – a gosto moída na hora sobre o camarão
Noz moscada - pitadas
Champanhe – 1 a 2 copos em razão da necessidade
Manteiga 1 colher das de sopa para cada quilo de camarão
Sal-pimenta do reino a gosto
Gengibre ralado - a gosto sem exagero (opcional)
Molho – Fogo brando
Derreter a manteiga
Fritar a cebola ate quase dourar
Acrescentar a farinha de trigo, fritar como para molho branco,
Noz moscada 1 pitada,
Gengibre ralado
Dissolver com champanhe mexendo sempre
Água ou caldo de verdura sem sal para completar a diluição
Cozinhar o camarão lagosta ou peixe em pedaços neste molho e servir.
Notas:
Polvilhar moderadamente o camarão, peixe ou lagosta com pimenta do reino e sal.
O molho deve ficar com espessura suave, ainda ralo sem ganhar consistência de mingau. Deve escorrer de uma colher, mas, não espalhar no prato como caldo quando servido. Bater para desfazer os grumos. Não exceder na quantidade de champanhe pois gera gosto de fermentado
Arroz
Cebola 1 média e 1 dente alho finamente picados
Pimentão - finamente picado em cubos 1 fatia
Batata inglesa 1 média ralada
Ervilha- a gosto
Milho – 1 lata
Arroz- 1 xícara das de chá para cada três pessoas
Pimenta do reino, a gosto
açafrão ou cúrcuma – alguns pistilos ou 1 colher das de chá dissolvidos em água morna
Tomate cereja inteiro 1 para cada convidado
Sal a gosto
Esquentar o óleo e fritar a cebola até vidrar, alho, arroz, e juntar milho, ervilha, polvilhar com pimenta do reino moída na hora, cubinhos de pimentão, batata ralada, cobrir tudo com dois dedos de água e juntar o açafrão ou cúrcuma.
Colocar os tomates sobre tudo e cozinhar junto
Cozinhar tudo ao ponto do arroz.
Montagem do prato:
Com tigela ou xícara moldar uma quantidade do arroz enfeitado com o tomate cereja cozido e um ramo verde (cru) fora do centro do prato, dispor os camarões encostados no arroz, cobrir o restante do fundo com o molho sem ocupar as bordas.
Pode também dar asas a criatividade
Como entrada pode ser servida torrada composta por,
Torrar em forno forte:
Fatia de pão salgado
Patê de carne de porco defumado (tipo lingüiça)
Enfeitado com:
Fatias de tomate cereja e folhas de manjericão
Consulte o Blog : “Rodrigo d´Eça Neves; Cirurgia Plástica Dúvidas, Soluções e Humor.”
Barco a vela
Barco a vela
O homem usou os troncos juntos ou separados para boiar, depois aprendeu valer-se do fogo controlado para escavar a arvore e fazer a piroga.
Em razão dos recursos, possibilidades e necessidades foi variando tamanho e formato até chegar numa canoa que tinha desenho e comprimento diferente se usada em lago, rio ou mar.
No começo o barco era impulsionado com paus ou varas, depois com os remos que lhes custava muito alimento para enfrentar o desgaste deste esforço.
Com a escravatura, obrigavam os conquistados a realizarem esta atividade em condições subumanas nas famosas e temidas galés.
Com o tempo foi observado que o vento movia o barco sem necessidade de remar ou facilitava permitindo o uso de maneira mista.
Muito tempo passou, atingindo até a nossa época quando Marconi, inventor que além de criar o radio também desenhou a vela triangular. Antes dele o que se tinha era a vela quadrangular que apenas empurrava o barco e dependia da direção favorável do vento para seguir viagem. Com a vela triangular houve grande avanço, pois permitiu navegar contra o vento.
Os barcos hoje equipados com a vela de Marconi movimentam-se porque verdade ela bloqueia o vento, criando uma área de vácuo na frente do barco, fazendo com que ele seja sugado e viaje quase contra o vento até um ângulo de 30 graus em reação ao eixo da rajada.
A qualidade da vela depende de muitos fatores como, corte e tipo de pano que aliado ao desenho do casco e conhecimento da tripulação é possível navegar em velocidades cada vez maiores.
Durante o período das descobertas as caravelas, equipadas com velas quadradas navegavam apenas com vento em popa, fazendo perder muito tempo na espera dos ventos a favor.
Florianópolis foi um porto seguro onde eles esperavam longo tempo pela temporada de ventos favoráveis que lhes permitisse viajar no rumo da Antártida e cruzar a ponta sul da América. Com o tempo foi descoberto e passou a ser utilizado o estreito de Magalhães que permitia navegar em águas protegidas. Os viajantes enquanto aguardavam, acontecia total integração, eram hospedados nas casas dos nativos, namoravam, casavam ou apenas procriavam. Abasteciam-se de viveres, água, frutas cítricas e madeira. Muitas histórias eram contadas, reais ou criadas, sempre lendárias com intenso tom de aventura coloridas pela exaltação da valentia.
Num momento os barcos mais famosos eram ingleses conhecidos por ”clipper” com três mastros e muitas velas, deles o “Cutty Sark ( 1869)” era exemplo de qualidade e por isso o mais famoso. Em razão da sua velocidade podia fazer maior numero de viagens ao oriente e transportar maior volume de especiarias, seda e outros produtos de grande valor econômico na Europa. Hoje é homenageado com o nome de um uísque e pode ser visitado no porto em Greenwich/Londres.
Com o tempo o barco a vela foi cedendo o seu lugar e a primazia de singrar mares e oceano, para o vapor, tamanho e capacidade dos navios já em aço,
O embalo e a faceta romântica que envolve este tipo de embarcação mantiveram sua construção e avanços voltados para recreio e competição.
O de recreio depende do poder econômico do armador e proprietário que o constrói com muito luxo e recursos.
A competição é o laboratório onde há maior pesquisa na busca de materiais leves e resistentes, mirando melhor rendimento e vitória. Os barcos menores chamados de monotipo, em geral dependem da escora realizada pelo marinheiro condutor que inclina o corpo para fora da borda e faz com seu peso a compensação da pressão do vento exercida sobre as velas.
Tanto no grande, chamado de barco de oceano como no monotipo, os tripulantes trabalham muito para controlar e fazer o barco navegar com velocidade e segurança.
Quando é competição a perícia é muito importante aliada à tática, conhecimento dos ventos, leitura das condições do mar e previsão do clima.
Neste caso o esforço é maior principalmente se for monotipo como aqueles utilizados nas olimpíadas e ou outros campeonatos.
Aquele que olha de fora apenas vê o romantismo sem fazer idéia do trabalho desenvolvido a bordo nem das privações a que se submetem os tripulantes dentro do barco de competição ou até mesmo em simples passeio.
O homem usou os troncos juntos ou separados para boiar, depois aprendeu valer-se do fogo controlado para escavar a arvore e fazer a piroga.
Em razão dos recursos, possibilidades e necessidades foi variando tamanho e formato até chegar numa canoa que tinha desenho e comprimento diferente se usada em lago, rio ou mar.
No começo o barco era impulsionado com paus ou varas, depois com os remos que lhes custava muito alimento para enfrentar o desgaste deste esforço.
Com a escravatura, obrigavam os conquistados a realizarem esta atividade em condições subumanas nas famosas e temidas galés.
Com o tempo foi observado que o vento movia o barco sem necessidade de remar ou facilitava permitindo o uso de maneira mista.
Muito tempo passou, atingindo até a nossa época quando Marconi, inventor que além de criar o radio também desenhou a vela triangular. Antes dele o que se tinha era a vela quadrangular que apenas empurrava o barco e dependia da direção favorável do vento para seguir viagem. Com a vela triangular houve grande avanço, pois permitiu navegar contra o vento.
Os barcos hoje equipados com a vela de Marconi movimentam-se porque verdade ela bloqueia o vento, criando uma área de vácuo na frente do barco, fazendo com que ele seja sugado e viaje quase contra o vento até um ângulo de 30 graus em reação ao eixo da rajada.
A qualidade da vela depende de muitos fatores como, corte e tipo de pano que aliado ao desenho do casco e conhecimento da tripulação é possível navegar em velocidades cada vez maiores.
Durante o período das descobertas as caravelas, equipadas com velas quadradas navegavam apenas com vento em popa, fazendo perder muito tempo na espera dos ventos a favor.
Florianópolis foi um porto seguro onde eles esperavam longo tempo pela temporada de ventos favoráveis que lhes permitisse viajar no rumo da Antártida e cruzar a ponta sul da América. Com o tempo foi descoberto e passou a ser utilizado o estreito de Magalhães que permitia navegar em águas protegidas. Os viajantes enquanto aguardavam, acontecia total integração, eram hospedados nas casas dos nativos, namoravam, casavam ou apenas procriavam. Abasteciam-se de viveres, água, frutas cítricas e madeira. Muitas histórias eram contadas, reais ou criadas, sempre lendárias com intenso tom de aventura coloridas pela exaltação da valentia.
Num momento os barcos mais famosos eram ingleses conhecidos por ”clipper” com três mastros e muitas velas, deles o “Cutty Sark ( 1869)” era exemplo de qualidade e por isso o mais famoso. Em razão da sua velocidade podia fazer maior numero de viagens ao oriente e transportar maior volume de especiarias, seda e outros produtos de grande valor econômico na Europa. Hoje é homenageado com o nome de um uísque e pode ser visitado no porto em Greenwich/Londres.
Com o tempo o barco a vela foi cedendo o seu lugar e a primazia de singrar mares e oceano, para o vapor, tamanho e capacidade dos navios já em aço,
O embalo e a faceta romântica que envolve este tipo de embarcação mantiveram sua construção e avanços voltados para recreio e competição.
O de recreio depende do poder econômico do armador e proprietário que o constrói com muito luxo e recursos.
A competição é o laboratório onde há maior pesquisa na busca de materiais leves e resistentes, mirando melhor rendimento e vitória. Os barcos menores chamados de monotipo, em geral dependem da escora realizada pelo marinheiro condutor que inclina o corpo para fora da borda e faz com seu peso a compensação da pressão do vento exercida sobre as velas.
Tanto no grande, chamado de barco de oceano como no monotipo, os tripulantes trabalham muito para controlar e fazer o barco navegar com velocidade e segurança.
Quando é competição a perícia é muito importante aliada à tática, conhecimento dos ventos, leitura das condições do mar e previsão do clima.
Neste caso o esforço é maior principalmente se for monotipo como aqueles utilizados nas olimpíadas e ou outros campeonatos.
Aquele que olha de fora apenas vê o romantismo sem fazer idéia do trabalho desenvolvido a bordo nem das privações a que se submetem os tripulantes dentro do barco de competição ou até mesmo em simples passeio.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Endereço e telefone
Tem sido solicitado meus endereços
Profissional:
Centro Médico Florianópolis
r.: Presidente Coutinho 579, s. 503
f.: 0xx 48 32220781
Email- rodrigodeca@gmail.com
Profissional:
Centro Médico Florianópolis
r.: Presidente Coutinho 579, s. 503
f.: 0xx 48 32220781
Email- rodrigodeca@gmail.com
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Caça as lebres
A lebre é um mamífero da família Leporidae pertencente ao gênero Lepus ou Promologus tímido e de olfato desenvolvido.
O macho recebe o nome de lebrão e a fêmea de lebre. Comumente é confundido com o coelho que também é um Logus. Caracteriza-se por apresentar pelagem parda com variações de tons entre dorso e ventre. Suas orelhas são mais avantajadas que as dos coelhos têm costume de perambularem à noite.
Roem tudo que encontram e reconhecem como alimento. Algumas plantações de grãos como amendoim são as preferidas. Para tanto cavam junto à planta e desenterram as nozes destruindo enormes áreas, pois agem em grupo. Adoram alface e outros produtos das hortas. A geografia da região sempre foi a responsável pela limitação deste animal confinado na região sul além do rio Mampituba, por um lado a praia e o mar, por outro a serra com as escarpas dos aparados da serra e seus cânions.
Na Australia elas foram levadas da Europa, entretanto sua proliferação por falta de predadores foi em proporções astronômicas constituindo-se em verdadeira praga e elas eram apreendidas com uso de redes nos campos.
Como curiosidade, registramos um fato interessante causado pelo progresso que interferiu alterando a fauna e a flora. Na região sul do estado a lebre apareceu, infestou e se estabeleceu, após cruzar o rio Mampituba através da ponte da BR 101.
Na cadeia animal a lebre e o coelho fazem parte da alimentação preferida de todos os carnívoros, razão pela qual a natureza dotou a espécie de agilidade e grande capacidade proliferativa que explica sua presença em numero significativo em toda região sul de Santa Catarina.
Como fato curioso foi observado que a lebre fêmea bate no macho para mostrar e estabelecer o momento ideal para proliferação.
Por se tratar de um bicho de grande volume atingindo de 4 a 5 quilos tem volumoso lombo com membros posteriores bem desenvolvidos, sua carne abundante é clara de sabor delicado apesar de rústico.
Toda região era rica em caça como marreca do mato, perdiz, codorna, por vezes cisne branco e toda fauna de banhado, hoje proibido e controlado.
Um dos animais era chamado de cujá ou ratão do banhado conhecida nos países que usam peles no vestuário com o nome de nutria. Esta caça tinha sua carne comercializada no mercado público de Tubarão e sua pele é que tinha valor e espaço no mercado paralelo.
A caça da lebre, hoje não sei, à época não era reprimida e possuía características muito particulares. O horário especial é após o pôr do sol e início da noite, de preferência em noites sem luar. Espingardas de calibre grosso e munição pesada são as indicadas.
Na carroceria de camionete ou jipe sem capota, munidos de faróis de carro que permitiam iluminar a sua volta e encontrar a lebre, quando manejados com maestria. As lebres são pardas e conseguem atingir a velocidade em torno de 55 km/hora. Quem atua como faroleiro varre as áreas com movimentos horizontais sem utilizar a arma, a equipe dividida em duas atuava à direita ou à esquerda buscando as lebres nos pastos ou gramados onde se aglomeravam ou eram mais freqüentes. Seus grandes olhos com amplas pupilas refletiam a luz de cor vermelha que as identificava pois em baixa altura não confunde com o cachorro que tem cor esverdeada.
Com o retorno já dentro da noite a limpeza do produto da caçada era realizada em seqüência assim como a partilha.
A minha cota não rendia muito tempo, pois os amigos sabendo do troféu se reuniam na minha casa e lá ele era comido assado. Na verdade acontecia reunir tanta gente que a cada um tocava um pequeno pedaço funcionando como aperitivo.
As peles eram abandonadas por apresentarem defeitos provocados pelos projeteis que as abateu.
Na culinária seu aproveitamento acompanha o modo de preparo igual aos coelhos.
Pelas características da carne e pela sua suavidade os temperos devem ser utilizados de maneira delicada na quantidade e qualidade.
Desta forma podemos assar em forno ou grelha ou cozer em molhos variados.
A forma mais requintada e rápida é um ensopado com bastante tomate, cebola, alho, e ao final acrescentar suco de laranja e vermute, engrossando com amido de milho ou farinha de trigo ou frita e banhada depois em molho de mostarda amarela.
Existem as sofisticadas terrines, mas, também é apreciável apenas frita ou ensopada com temperos comuns.
rodrigodeca@gmail.com
O macho recebe o nome de lebrão e a fêmea de lebre. Comumente é confundido com o coelho que também é um Logus. Caracteriza-se por apresentar pelagem parda com variações de tons entre dorso e ventre. Suas orelhas são mais avantajadas que as dos coelhos têm costume de perambularem à noite.
Roem tudo que encontram e reconhecem como alimento. Algumas plantações de grãos como amendoim são as preferidas. Para tanto cavam junto à planta e desenterram as nozes destruindo enormes áreas, pois agem em grupo. Adoram alface e outros produtos das hortas. A geografia da região sempre foi a responsável pela limitação deste animal confinado na região sul além do rio Mampituba, por um lado a praia e o mar, por outro a serra com as escarpas dos aparados da serra e seus cânions.
Na Australia elas foram levadas da Europa, entretanto sua proliferação por falta de predadores foi em proporções astronômicas constituindo-se em verdadeira praga e elas eram apreendidas com uso de redes nos campos.
Como curiosidade, registramos um fato interessante causado pelo progresso que interferiu alterando a fauna e a flora. Na região sul do estado a lebre apareceu, infestou e se estabeleceu, após cruzar o rio Mampituba através da ponte da BR 101.
Na cadeia animal a lebre e o coelho fazem parte da alimentação preferida de todos os carnívoros, razão pela qual a natureza dotou a espécie de agilidade e grande capacidade proliferativa que explica sua presença em numero significativo em toda região sul de Santa Catarina.
Como fato curioso foi observado que a lebre fêmea bate no macho para mostrar e estabelecer o momento ideal para proliferação.
Por se tratar de um bicho de grande volume atingindo de 4 a 5 quilos tem volumoso lombo com membros posteriores bem desenvolvidos, sua carne abundante é clara de sabor delicado apesar de rústico.
Toda região era rica em caça como marreca do mato, perdiz, codorna, por vezes cisne branco e toda fauna de banhado, hoje proibido e controlado.
Um dos animais era chamado de cujá ou ratão do banhado conhecida nos países que usam peles no vestuário com o nome de nutria. Esta caça tinha sua carne comercializada no mercado público de Tubarão e sua pele é que tinha valor e espaço no mercado paralelo.
A caça da lebre, hoje não sei, à época não era reprimida e possuía características muito particulares. O horário especial é após o pôr do sol e início da noite, de preferência em noites sem luar. Espingardas de calibre grosso e munição pesada são as indicadas.
Na carroceria de camionete ou jipe sem capota, munidos de faróis de carro que permitiam iluminar a sua volta e encontrar a lebre, quando manejados com maestria. As lebres são pardas e conseguem atingir a velocidade em torno de 55 km/hora. Quem atua como faroleiro varre as áreas com movimentos horizontais sem utilizar a arma, a equipe dividida em duas atuava à direita ou à esquerda buscando as lebres nos pastos ou gramados onde se aglomeravam ou eram mais freqüentes. Seus grandes olhos com amplas pupilas refletiam a luz de cor vermelha que as identificava pois em baixa altura não confunde com o cachorro que tem cor esverdeada.
Com o retorno já dentro da noite a limpeza do produto da caçada era realizada em seqüência assim como a partilha.
A minha cota não rendia muito tempo, pois os amigos sabendo do troféu se reuniam na minha casa e lá ele era comido assado. Na verdade acontecia reunir tanta gente que a cada um tocava um pequeno pedaço funcionando como aperitivo.
As peles eram abandonadas por apresentarem defeitos provocados pelos projeteis que as abateu.
Na culinária seu aproveitamento acompanha o modo de preparo igual aos coelhos.
Pelas características da carne e pela sua suavidade os temperos devem ser utilizados de maneira delicada na quantidade e qualidade.
Desta forma podemos assar em forno ou grelha ou cozer em molhos variados.
A forma mais requintada e rápida é um ensopado com bastante tomate, cebola, alho, e ao final acrescentar suco de laranja e vermute, engrossando com amido de milho ou farinha de trigo ou frita e banhada depois em molho de mostarda amarela.
Existem as sofisticadas terrines, mas, também é apreciável apenas frita ou ensopada com temperos comuns.
rodrigodeca@gmail.com
O pescoço
Pescoço
O pescoço é o segmento do corpo que apresenta grande mobilidade permitindo a rotação da cabeça em relação ao corpo.
Claro que segundo sua posição na escala zoológica e forma de vida de cada animal é determinado o formato e a existência ou não do pescoço.
Em algumas espécies, defesa, caça e alimentação, são desenvolvidas de tal maneira que dispensam o pescoço como no caso dos crocodilos, jacarés, lagartixas, peixes e certos insetos. Outros representam ser totalmente pescoço, como as cobras, enguias, vermes e minhocas ou depender muito deles como a girafa. Algumas aves logram rodar a cabeça para trás como as corujas, mas, com o homem não é assim, no máximo gira 180º sobre os ombros somando os movimentos para esquerda e para a direita. Os movimentos anterior e posterior são limitados pelo tórax. Movimentos próprios dos olhos e o ângulo de visão completam a nossa visão quase total da circunferência apesar de haver um espaço cego nas costas que para ver obriga girar o corpo.
Analisando o contorno do pescoço temos que dividir em quatro quadrantes em que os laterais são de superfícies semelhantes e diferentes o anterior e posterior. Em vista posterior encontramos um cilindro limitado pelo crânio coberto por pelo na parte alta e apenas pele na parte inferior com um sulco vertical no meio correspondendo às vértebras em suas projeções posteriores chamadas de processo espinhoso e ladeadas pela musculatura para-vertebral conhecido como nuca ou popularmente de cangote.
O segmento anterior é limitado acima pelo queixo (mento) e parte do bordo da mandíbula e abaixo pela junção das clavículas com o osso esterno que formam uma fosseta chamada fúrcula.
Tem no meio um sulco transversal paralelo ao trajeto da mandíbula que cruza o pescoço sobre o osso hióide limitando a sua porção horizontal que ocupa a parte alta e o Pomo de Adão que incorpora a fração vertical.
Lateralmente a ela podemos definir duas faixas salientes que ascendem inclinadas da clavícula até atrás das orelhas e correspondem aos músculos estenocleidomastoideos.
Ao engordar ocorre o apagamento do ângulo e aparece a famosa papada. Cobrindo estas estruturas há o platisma, músculo laminar que ocupa toda faixa antero-lateral do pescoço e que cai pendurado ao envelhecer formando duas bandas (pregas) verticais separadas que atinge do mento à fúrcula alem da papada.
Somente a cirurgia resolve estes problemas quando já estão instalados.
O tempo e a flacidez da pele são inexoráveis e aparecem as quedas de segmentos da face e rugas. Para tratar e reverter este quadro é necessário uma incisão que circunde a orelha e permita tratar o pescoço e a face. A intervenção a ser realizada deve melhorar o aspecto da pele, elevar as estruturas profundas da face e produzir o rejuvenescimento sem provocar estigmas deixando a pessoa operada com aspecto de bem dormida e não sem costeleta com o rosto esticado e a boca longa.
Para manter esta naturalidade o candidato não pode solicitar a remoção total das rugosidades, pois cairia na condição do artificialismo. A cirurgia deve exaltar os traços de beleza próprios do paciente sem modificar a sua fisionomia nem as expressões da mímica. Com relação à testa que antes exigia cirurgia com incisões no couro cabeludo e perda de cabelos, hoje os cirurgiões do mundo estão utilizando injeções de preenchimento e ou bloqueio muscular como a toxina botulínica.
Os músculos faciais atuam em antagonismo, isto é, um levanta e outro abaixa. Ao injetar o medicamento podemos bloquear total ou parcialmente um músculo enquanto o outro age e permite elevar, por exemplo, sobrancelha, canto da boca ou apagar as rugas da glabela e canto externo das pálpebras.
Nos grandes sulcos a injeção de ácido Hyaluronico produz excelentes benefícios com a vantagem do resultado não ser definitivo, mas, duradouro atingindo cerca de dois anos. O PMMA que é definitivo, quando utilizado em quantidade maior ou mal orientada pode produzir desastres sem correção que aparecem até 4 anos após. Estes materiais como, toxina botulínica que paralisa músculo, ácido hyalurônico e PMMA que preenchem sulcos ou fazem volume, devem ser aplicados por médico em razão das particularidades da droga e da anatomia da região cujo profundo conhecimento é indispensável.
O pescoço é o segmento do corpo que apresenta grande mobilidade permitindo a rotação da cabeça em relação ao corpo.
Claro que segundo sua posição na escala zoológica e forma de vida de cada animal é determinado o formato e a existência ou não do pescoço.
Em algumas espécies, defesa, caça e alimentação, são desenvolvidas de tal maneira que dispensam o pescoço como no caso dos crocodilos, jacarés, lagartixas, peixes e certos insetos. Outros representam ser totalmente pescoço, como as cobras, enguias, vermes e minhocas ou depender muito deles como a girafa. Algumas aves logram rodar a cabeça para trás como as corujas, mas, com o homem não é assim, no máximo gira 180º sobre os ombros somando os movimentos para esquerda e para a direita. Os movimentos anterior e posterior são limitados pelo tórax. Movimentos próprios dos olhos e o ângulo de visão completam a nossa visão quase total da circunferência apesar de haver um espaço cego nas costas que para ver obriga girar o corpo.
Analisando o contorno do pescoço temos que dividir em quatro quadrantes em que os laterais são de superfícies semelhantes e diferentes o anterior e posterior. Em vista posterior encontramos um cilindro limitado pelo crânio coberto por pelo na parte alta e apenas pele na parte inferior com um sulco vertical no meio correspondendo às vértebras em suas projeções posteriores chamadas de processo espinhoso e ladeadas pela musculatura para-vertebral conhecido como nuca ou popularmente de cangote.
O segmento anterior é limitado acima pelo queixo (mento) e parte do bordo da mandíbula e abaixo pela junção das clavículas com o osso esterno que formam uma fosseta chamada fúrcula.
Tem no meio um sulco transversal paralelo ao trajeto da mandíbula que cruza o pescoço sobre o osso hióide limitando a sua porção horizontal que ocupa a parte alta e o Pomo de Adão que incorpora a fração vertical.
Lateralmente a ela podemos definir duas faixas salientes que ascendem inclinadas da clavícula até atrás das orelhas e correspondem aos músculos estenocleidomastoideos.
Ao engordar ocorre o apagamento do ângulo e aparece a famosa papada. Cobrindo estas estruturas há o platisma, músculo laminar que ocupa toda faixa antero-lateral do pescoço e que cai pendurado ao envelhecer formando duas bandas (pregas) verticais separadas que atinge do mento à fúrcula alem da papada.
Somente a cirurgia resolve estes problemas quando já estão instalados.
O tempo e a flacidez da pele são inexoráveis e aparecem as quedas de segmentos da face e rugas. Para tratar e reverter este quadro é necessário uma incisão que circunde a orelha e permita tratar o pescoço e a face. A intervenção a ser realizada deve melhorar o aspecto da pele, elevar as estruturas profundas da face e produzir o rejuvenescimento sem provocar estigmas deixando a pessoa operada com aspecto de bem dormida e não sem costeleta com o rosto esticado e a boca longa.
Para manter esta naturalidade o candidato não pode solicitar a remoção total das rugosidades, pois cairia na condição do artificialismo. A cirurgia deve exaltar os traços de beleza próprios do paciente sem modificar a sua fisionomia nem as expressões da mímica. Com relação à testa que antes exigia cirurgia com incisões no couro cabeludo e perda de cabelos, hoje os cirurgiões do mundo estão utilizando injeções de preenchimento e ou bloqueio muscular como a toxina botulínica.
Os músculos faciais atuam em antagonismo, isto é, um levanta e outro abaixa. Ao injetar o medicamento podemos bloquear total ou parcialmente um músculo enquanto o outro age e permite elevar, por exemplo, sobrancelha, canto da boca ou apagar as rugas da glabela e canto externo das pálpebras.
Nos grandes sulcos a injeção de ácido Hyaluronico produz excelentes benefícios com a vantagem do resultado não ser definitivo, mas, duradouro atingindo cerca de dois anos. O PMMA que é definitivo, quando utilizado em quantidade maior ou mal orientada pode produzir desastres sem correção que aparecem até 4 anos após. Estes materiais como, toxina botulínica que paralisa músculo, ácido hyalurônico e PMMA que preenchem sulcos ou fazem volume, devem ser aplicados por médico em razão das particularidades da droga e da anatomia da região cujo profundo conhecimento é indispensável.
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